Home
/
Noticias
/
Exclusivas
/
Robinson Almeida vê presença de Lula no Carnaval como termômetro para 2026 e avalia possível adesão de Zé Cocá e Zé Ronaldo a base do governo
Robinson Almeida vê presença de Lula no Carnaval como termômetro para 2026 e avalia possível adesão de Zé Cocá e Zé Ronaldo a base do governo
Por Política Livre
16/02/2026 às 12:31
Foto: Política Livre
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) voltou a criticar a ausência do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), na recepção ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o Carnaval no circuito do Campo Grande, no último sábado. Em entrevista a este Política Livre, nesta segunda-feira (16), durante a Mudança do Garcia, o parlamentar classificou o gesto como uma quebra de civilidade política e destacou a forte manifestação popular a favor do chefe do Palácio do Planalto durante o desfile da banda BaianaSystem.
Segundo Robinson, independentemente do caráter oficial ou não da agenda, a presença da maior autoridade do país na capital baiana exigiria uma postura institucional do gestor municipal.
“O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, esteve aqui e foi recebido pelo governador e pelo prefeito. Isso é da civilidade política. A maior autoridade do país estar em Salvador é uma honra para todos nós”, afirmou.
O deputado lamentou o que chamou de “gesto de descortesia” e disse que o presidente foi “ignoradο” pelo prefeito da capital.
“Entre os visitantes do Carnaval, o mais ilustre foi o presidente Lula. O prefeito deveria ter feito um gesto de acolhimento”, frisou. O deputado seguiu dizendo que “Lula teve 73% dos votos em Salvador” e que, portanto, “tem uma base de apoio muito grande na cidade”. Segundo ele, a manifestação popular durante a passagem do bloco da BaianaSystem reforça a conexão do presidente com a população baiana.
Adesão de novos prefeitos
Ao comentar a possível adesão dos prefeitos de Jequié, Zé Cocá (PP), e de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União Brasil), ao grupo de Jerônimo Rodrigues, Robinson Almeida disse que a chegada dos gestores no grupo será bem-vinda, mas pregou cautela.
“Nós vamos esperar até o final de março, porque o prazo da desincompatibilização é no início de abril, para ver se ocorrem novas mudanças. Já teve uma, a saída do senador Coronel da base do governo para ir para a oposição. Então, tudo que está em aberto pode se consolidar ou não. Vamos aguardar com calma, mas independente de qualquer coisa, Jerônimo tem uma chapa muito competitiva com o Rui e com o Wagner praticamente confirmados no Senado e com o apoio do presidente Lula. Então, acho que o time já deve estar 80, 90% escalado para disputar a eleição e vai com muita força esse ano”, projetou.
2 Comentários
Anderson Vasconcelos
•
16/02/2026
•
10:57
Nilson
•
16/02/2026
•
10:00
