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Jerônimo minimiza saída de Coronel e diz que é hora de virar a chave

Jerônimo minimiza saída de Coronel e diz que é hora de virar a chave

Por Reinaldo Oliveira, Política Livre

26/02/2026 às 16:09

Foto: Política Livre/Arquivo

Imagem de Jerônimo minimiza saída de Coronel e diz que é hora de virar a chave

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT)

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), voltou a falar sobre a saída do senador Angelo Coronel (PSD) da base governista e declarou que agora é o momento de virar a chave e reorganizar o grupo político para as eleições de 2026. Em entrevista ao podcast Projeto Prisma nesta quinta-feira (26) o gestor minimizou a saída de Coronel e adotou tom conciliador ao afirmar não deseja “machucar ninguém” nas articulações eleitorais.

“Minha energia, eu gasto minha energia com muito cuidado, sem machucar ninguém. Não posso desprezar nenhum daqueles que ajudaram a gente a chegar até aqui. O João Leão foi importante pra gente, foi deputado do grupo, foi vice-governador, liderou projetos importantes. Por que eu tenho que agora ficar machucando? Não, é agradecer o momento da política esse agora, assim como o senador Angelo Coronel. Participou do grupo, o grupo elegeu o senador. E, portanto, se não teve condições reais, o momento agora é a gente poder virar chave e dizer, vamos construir uma chapa competitiva”, declarou.

O chefe do Palácio de Ondina ainda aproveitou a ocasião para citar os ex-governadores também petistas Jaques Wagner e Rui Costa como nomes consolidados no cenário estadual e minimizou disputas internas.

“A Bahia sabe quem é Jaques Wagner, a Bahia sabe quem é Rui Costa. Está muito bem desenhado isso, mas nada de vaidade. Ninguém está utilizando-se de salto alto, de vaidade ou de arrogância. O grupo sabe que o Governador tem esse perfil. Se machuca alguém, se maltrata alguém, paciência”, acrescentou.

As declarações do gestor acontecem em meio às negociações para a composição da chapa majoritária governista, que envolve as vagas ao Senado e a definição do candidato a vice-governador.  Eleito em 2018 com apoio do grupo, Angelo Coronel, estava defendendo espaço na disputa de 2026, mas deixou a base após divergências sobre a formação da chapa.

Ao concluir, o chefe do Palácio de Ondina reiterou  que a prioridade é manter a unidade do bloco aliado e construir uma candidatura “competitiva”, ao mesmo tempo em que busca acomodar diferentes correntes políticas na estrutura eleitoral para o próximo pleito.

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