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Flavio cai 9 pontos entre evangélicos e fica estável no grupo católico, revela Quaest

Flavio cai 9 pontos entre evangélicos e fica estável no grupo católico, revela Quaest

Por Mônica Bergamo/Folhapress

12/06/2026 às 07:15

Foto: Andressa Anholete/Arquivo/Agência Senado

Imagem de Flavio cai 9 pontos entre evangélicos e fica estável no grupo católico, revela Quaest

Flávio Bolsonaro

Os evangélicos foram os responsáveis pela queda do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta semana. Nela, o filho de Jair Bolsonaro aparece com 38% das intenções de voto para presidente no segundo turno, ficando oito pontos atrás de Lula, com 44%.

Um recorte exclusivo que considerou a religião dos eleitores mostra que o filho de Jair Bolsonaro manteve em junho, no segundo turno, o mesmo percentual de votos entre os católicos que conseguiu obter em maio: 34%.

Já entre os evangélicos, a queda foi de nove pontos: ele tinha 61% das intenções de voto, contra 52% agora.

Lula, embora com percentual distante do de Flávio, subiu de 24% para 31% entre os eleitores desse grupo religioso.

Líderes evangélicos ouvidos pela coluna afirmam que a explicação da queda pode estar no fato de o candidato ter sido pego na mentira no caso de seu envolvimento com o Banco Master.

Em março, quando a coluna revelou que a CPI do INSS havia localizado o número de celular dele entre os contatos do ex-banqueiro, o senador chegou a dizer que os dois nunca haviam tido contato. Afirmou ainda que seu número não seria propriamente um segredo, o que justificaria que ele estivesse na agenda de Daniel Vorcaro.

Um levantamento da consultoria Ativaweb DataLab, que analisou mais de 17 milhões de menções públicas nas redes sociais nas primeiras 20 horas após a Marcha para Jesus, na semana passada, já mostrava problemas para Flávio Bolsonaro entre esse público.

De acordo com o levantamento, 51,9% das menções ao senador tiveram tom negativo. A consultoria relaciona parte das críticas à fala em que ele afirmou que o Brasil vive uma "guerra espiritual" e que "o mal vai ser expulso do governo".

Os pesquisadores identificaram um volume expressivo de manifestações de cristãos criticando a transformação da Marcha em espaço de disputa eleitoral.

Comentários
Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Política Livre

1 Comentário

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Mario Santos

12/06/2026

05:22

Essa pesquisa esta estranha, evangelico votar em Lula, algo não esta batendo.
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