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Oposição afirma que pesquisa reflete 'máquina pública a favor' de Lula, mas vê limite para alta

Oposição afirma que pesquisa reflete 'máquina pública a favor' de Lula, mas vê limite para alta

Lideranças bolsonaristas acreditam que tais ações do governo terão influência limitada, e que tendem a arrefecer até a campanha

Por Augusto Tenório/Folhapress

13/05/2026 às 19:25

Atualizado em 13/05/2026 às 19:23

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Imagem de Oposição afirma que pesquisa reflete 'máquina pública a favor' de Lula, mas vê limite para alta

O presidente Lula (PT)

Lideranças bolsonaristas interpretam que a recuperação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (13), ainda que tímida, é o primeiro sinal do poder da máquina pública a favor do petista.

A avaliação é que o anúncio de medidas como o novo Desenrola e o fim da escala 6x1 passaram a ter efeito na opinião do eleitorado, mas acreditam que tais ações terão influência limitada, e que tendem a arrefecer até a campanha.

O bolsonarismo aposta que há fadiga de material com Lula e que, no fim das contas, essas medidas não apresentarão uma recuperação do poder de compra ou de melhoria de vida.

A avaliação negativa do governo Lula variou de 42% em abril para 39% em maio, enquanto a parcela de eleitores que considera que o trabalho no petista é positivo oscilou de 31% para 34% no período. O índice regular foi de 26% a 25%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 8 a 11 de maio, compreendendo o início do novo programa de renegociação de dívidas.

Apesar de acreditar que a recuperação não tenha fôlego, há preocupação entre os bolsonaristas de que Lula siga ganhando terreno com o anúncio de novas medidas consideradas por eles como "eleitoreiras", como o fim da chamada "taxa das blusinhas". O governo zerou impostos federais sobre importações de até US$ 50.

A oposição já definiu que votará a favor dessa MP (Medida Provisória) quando ela chegar ao Congresso e denunciará que a taxação foi imposta pelo próprio Planalto, em 2024.

A esperada aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a escala 6x1 preocupa bolsonaristas, que estudam estratégias de diminuir o impacto positivo para o governo ao mesmo tempo em que desejam manter um discurso mais próximo do setor produtivo.

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