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Bruno Reis rechaça críticas de Geraldo Jr. e aponta avanços na educação infantil de Salvador
Bruno Reis rechaça críticas de Geraldo Jr. e aponta avanços na educação infantil de Salvador
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
04/05/2026 às 17:45
Foto: Betto Jr./Secom PMS
O prefeito Bruno Reis (União Brasil)
Durante lançamento da campanha Maio Laranja 2026 nesta segunda-feira (4), o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rechaçou as críticas do vice-governador da Bahia, Geraldo Jr. (MDB), em relação a situação da educação infantil em Salvador.
Em um evento realizado na última quinta-feira (30), o emedebista afirmou que Salvador “está entre as três piores capitais da educação infantil”. “Salvador não tem creches. Nós temos mais de 70 mil crianças aguardando creches em Salvador. Salvador tem o pior indicativo de crianças vulneráveis aguardando creches, 61,7%”, disparou.
Ao falar sobre os indicadores educacionais da capital, o chefe do Executivo soteropolitano afirmou que houve avanço nos índices de alfabetização e na oferta de educação infantil ao longo de sua gestão e das administrações anteriores do mesmo grupo político.
“Fomos a quarta cidade que mais cresceu na alfabetização das capitais. Esse povo governava a prefeitura e deixou com 30%, nós chegamos a 50,5% e vamos chegar até o final do mandato a 80% é essa a nossa meta. A educação infantil nós universalizamos, Salvador era a última colocada na oferta de educação infantil do PNAD, hoje nós somos a primeira colocada e eu vejo aí críticas ao programa Pé Na Escola, que é um verdadeiro sucesso, pergunte às mães que os filhos estão no Pé Na Escola e que ajudou a universalizar a oferta da educação infantil, então somos a primeira do Brasil”, declarou.
O gestor ainda aproveitou a ocasião para direcionar críticas ao governo estadual, ao comparar os resultados da educação na Bahia com os de Salvador.
“Vamos discutir a educação da Bahia que é a penúltima, e sabe por que saiu de última para penúltima [colocação]? Porque aprovou automaticamente os alunos, não foi porque melhorou a proficiência, foi porque melhorou o fluxo, ou seja, com a aprovação automática. Se não continuava na última colocação depois de 20 anos de governo”, afirmou.
