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SindilimpBA denuncia atraso salarial e alerta para paralisação de trabalhadores terceirizados na Uneb de Juazeiro e Irecê
SindilimpBA denuncia atraso salarial e alerta para paralisação de trabalhadores terceirizados na Uneb de Juazeiro e Irecê
Por Redação
10/02/2026 às 18:00
Foto: Divulgação
Trabalhadores terceirizados de asseio e conservação enfrentam problemas salariais
Os trabalhadores terceirizados de asseio e conservação que atuam nas unidades da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) em Juazeiro (Norte) e Irecê (Chapada) vão paralisar as atividades devido, segundo SindilimpBA, aos constantes atrasos no pagamento de salários. Conforme o sindicato, os profissionais vinculados à empresa Creta Comércio e Serviços não receberam os vencimentos dentro do prazo legal e já ameaçam paralisar as atividades caso a situação não seja regularizada em até 72 horas.
De acordo com o SindilimpBA, o problema não é isolado e se repete em outras instituições de ensino da região. Como exemplo, o sindicato cita a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em Juazeiro, onde trabalhadores terceirizados de asseio, contratados pela empresa SOL, também enfrentam atrasos salariais, o que tem motivado mobilizações e a possibilidade de paralisação dos serviços.
Para o diretor da regional norte do SindilimpBA, Jamay Damasceno, a situação enfrentada pelos trabalhadores da Uneb é grave e inaceitável. “É um desrespeito enorme com quem depende do salário para sobreviver. Os trabalhadores cumprem suas jornadas, mantêm os espaços funcionando, mas não recebem aquilo que é seu por direito. O sindicato está ao lado da categoria e não vai aceitar que isso continue acontecendo”, afirma.
A coordenadora-geral do SindilimpBA, Ana Angélica Rabello, reforçou que a entidade tem acompanhado de perto os casos e adotado medidas para pressionar pela regularização dos pagamentos. “São problemas recorrentes, envolvendo diferentes empresas e instituições. O sindicato tem atuado para garantir que os direitos trabalhistas sejam respeitados. Vamos seguir apoiando os trabalhadores, seja por meio do diálogo, seja com mobilizações, até que os salários sejam pagos”, declara.
