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Em evento com Lula, Rui Costa deixa discussão sobre a chapa ao Senado de lado e exalta entregas das gestões petistas na Bahia e no Brasil 

Em evento com Lula, Rui Costa deixa discussão sobre a chapa ao Senado de lado e exalta entregas das gestões petistas na Bahia e no Brasil 

Por Carine Andrade, Política Livre

06/02/2026 às 14:34

Foto: Reprodução

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O ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado Federal, Rui Costa

Durante sua fala no evento de entrega de ambulâncias do SAMU, com a presença do ministro da Saúde Alexandre Padilha e o presidente Lula, no Parque de Exposições de Salvador, nesta sexta-feira (6), o ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado Federal, Rui Costa, evitou abordar a composição da chapa majoritária e focou nas críticas ao grupo opositor, liderado na Bahia por ACM Neto (União Brasil) e, na capital, pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil). Ele sinalizou, contudo, que a sua saída do ministério se dará em 31 de março. 

“Antes de nosso grupo político chegar ao governo da Bahia, presidente, o que se via na entrada de Salvador era uma fila de ambulância quase de Salvador até Feira de Santana. Sabe por quê? Porque não tinha serviços de alta complexidade no interior da Bahia. Nem de coração, nem de cabeça, nem de hemodinâmica, nenhum serviço. Todo mundo tinha que vir disputar uma vaga aqui na capital, nos hospitais do Estado. E esse grupo político, presidente, hoje tem 56 hospitais estaduais na Bahia, 56. É o segundo Estado em maior número de hospitais estaduais do Brasil”, afirmou. 

O ministro da Casa Civil ainda desafiou o grupo opositor a apresentar os feitos de suas gestões que, segundo ele, “não passam perto” das do PT. 

“Para um soteropolitano nascer, ele tem que nascer numa maternidade do governo do Estado. Sabe por quê? Porque a capital da Bahia não tem uma maternidade municipal, não tem uma casa de parto. E é esta comparação, presidente, que a gente precisa fazer, mostrando o que eles fizeram no Brasil de 2016 até 2022”, disparou. 

Rui Costa ainda acusou a gestão municipal de se negar a administrar duas unidades de saúde construídas pelo Estado, sob o argumento de alto custo financeiro. 

“Nós construímos 26 policlínicas, que estão funcionando duas na capital. Em 2021 e 2022, quando as duas de Salvador ficaram prontas, eu ofereci ao prefeito da época: ‘tome para você administrar’. Ele disse, ‘eu não quero não, que é cara’. E quem banca essas duas policlínicas de Salvador é o governo do estado da Bahia, uma em Escada, no subúrbio, e outra no Saboeiro”, criticou.

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