13 de fevereiro de 2026
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PAF: necessidade líquida de financiamento do governo federal em 2026 é de R$ 1,678 tri
PAF: necessidade líquida de financiamento do governo federal em 2026 é de R$ 1,678 tri
Por Cícero Cotrim, Mateus Maia e Flávia Said, Estadão Conteúdo
28/01/2026 às 16:24
Foto: Marcelo Camargo Jr./Agência Brasil/Arquivo
Os encargos da carteira de títulos do Banco Central devem somar R$ 150,4 bilhões
A necessidade líquida de financiamento do governo federal deve atingir R$ 1,688 trilhão este ano, segundo o Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026, divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira, 28.
Os vencimentos da Dívida Pública Federal (DPF) somam R$ 1,722 trilhão em 2026. Desses, R$ 1,538 trilhão são referentes à Dívida Interna de Mercado, enquanto R$ 33,3 bilhões são da dívida interna. Os encargos da carteira de títulos do Banco Central devem somar R$ 150,4 bilhões.
O Orçamento de 2026 prevê o uso de R$ 336 bilhões em receitas de emissões de títulos para cobrir despesas orçamentárias. Desses, R$ 288,1 bilhões estão condicionados à aprovação de créditos suplementares pelo Congresso Nacional.
A maior parte do montante diz respeito ao pagamento de benefícios previdenciários (R$ 243,5 bilhões). Desse valor, R$ 218,1 bilhões dependem da aprovação dos créditos pelo Congresso para execução.
O Orçamento deste ano ainda prevê R$ 386,7 bilhões em receitas que não vêm da emissão de títulos públicos e serão usadas para o pagamento da DPF.
Os vencimentos da Dívida Pública Federal (DPF) somam R$ 1,722 trilhão em 2026. Desses, R$ 1,538 trilhão são referentes à Dívida Interna de Mercado, enquanto R$ 33,3 bilhões são da dívida interna. Os encargos da carteira de títulos do Banco Central devem somar R$ 150,4 bilhões.
O Orçamento de 2026 prevê o uso de R$ 336 bilhões em receitas de emissões de títulos para cobrir despesas orçamentárias. Desses, R$ 288,1 bilhões estão condicionados à aprovação de créditos suplementares pelo Congresso Nacional.
A maior parte do montante diz respeito ao pagamento de benefícios previdenciários (R$ 243,5 bilhões). Desse valor, R$ 218,1 bilhões dependem da aprovação dos créditos pelo Congresso para execução.
O Orçamento deste ano ainda prevê R$ 386,7 bilhões em receitas que não vêm da emissão de títulos públicos e serão usadas para o pagamento da DPF.
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