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Bebeto se manifesta em defesa dos cacauicultores baianos e alerta para riscos da importação do cacau
Bebeto se manifesta em defesa dos cacauicultores baianos e alerta para riscos da importação do cacau
Por Redação
28/01/2026 às 17:50
Foto: Divulgação/Arquivo
O ex-deputado federal Bebeto
O ex-deputado federal Bebeto se posicionou em defesa dos produtores de cacau da Bahia, que têm ido às ruas para protestar contra a queda no preço do produto e os impactos de medidas federais que flexibilizam a importação de cacau africano. Segundo o político, que é um dos principais representantes da região cacaueira, a situação é grave e ameaça diretamente a economia regional e a sobrevivência de milhares de famílias que dependem da cacauicultura.
“O cacau não é só uma cultura agrícola. Ele é história, identidade e sustento de milhares de famílias no nosso estado. O produtor baiano precisa ser protegido, não abandonado”, afirmou Bebeto, que é suplente de Senador e já foi vice-prefeito de Ilhéus.
Ele destacou que a abertura das fronteiras sem critérios claros prejudica especialmente o pequeno produtor, derruba preços, gera desemprego no campo e fragiliza municípios inteiros do sul da Bahia que têm no cacau uma de suas principais atividades econômicas.
Bebeto também alertou para os riscos sanitários da importação sem o devido rigor, que pode introduzir pragas e doenças capazes de comprometer toda a cadeia produtiva.
“A importação sem controle representa um risco real à cacauicultura baiana, que produz um cacau de qualidade reconhecida, fruto do trabalho sério de homens e mulheres que vivem da terra com dignidade”, reforçou.
Bebeto firmou ainda o compromisso de atuar diretamente no diálogo com o Senado, o Governo Federal e o Governo do Estado, buscando a revisão das medidas e a construção de regras mais justas para o setor. O deputado também afirmou que irá se somar ao movimento dos cacauicultores, acompanhando de perto as mobilizações e defendendo políticas públicas que valorizem a produção nacional, garantam segurança sanitária e respeitem quem vive da lavoura. “Estarei ao lado dos cacauicultores da Bahia nessa luta”, concluiu.
