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João Roma afirma que debate da Band será oportunidade para Flávio desmascarar "mentiras" do PT
João Roma afirma que debate da Band será oportunidade para Flávio desmascarar "mentiras" do PT
Por Redação
14/10/2026 às 14:27
Atualizado em 14/10/2026 às 15:47
Foto: Max Haack
O presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou que a participação de Flávio Bolsonaro no debate da Band será uma oportunidade para rebater o que classificou como mentiras do PT e apresentar suas propostas para o Brasil. Em entrevista ao Jornal Comunica Brasil, o ex-ministro da Cidadania avaliou positivamente a presença confirmada do candidato no encontro do segundo turno com Lula.
“Eu acho fundamental Flávio participar do debate para, inclusive, desmistificar muitas coisas e trazer a verdade. Eu gosto sempre de dizer que basta uma gota de verdade para deixar claro um mar de mentiras”, declarou.
Roma afirmou que o confronto direto permitirá a Flávio demonstrar sua preparação para governar o país. O dirigente também criticou os ataques dos adversários e defendeu que a discussão eleitoral esteja voltada às mudanças necessárias para melhorar a vida dos brasileiros.
Ao recordar a própria disputa ao Senado, o ex-ministro criticou a ausência de Rui Costa e Jaques Wagner no debate mencionado durante a entrevista. “Eles se esconderam atrás de um número, de uma estrutura de poder, para mais uma vez conquistar um mandato aqui na Bahia. É uma pena que, durante esse período todo, não consigam transformar isso em benefícios para a Bahia”, afirmou.
Segundo Roma, o compromisso de Flávio com a Bahia e o Nordeste foi reafirmado durante uma reunião com lideranças aliadas. O presidente do PL baiano relatou que o candidato manifestou a intenção de levar investimentos à região para melhorar as condições de vida da população.
Roma também destacou a importância de discutir a economia e seus efeitos sobre as famílias mais pobres. Para ele, o debate sobre os rumos do Brasil precisa considerar o poder de compra e as dificuldades de quem depende da renda do próprio trabalho.
“Às vezes, a pessoa fala de indicadores econômicos e pensa que isso é coisa de rico. Não. Isso afeta justamente o cidadão mais necessitado, que não tem como proteger os seus recursos, o que consegue amealhar fruto do seu trabalho”, afirmou.
