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Paulo Azi diz que governos do PT levaram Bahia a uma situação de “calamidade permanente” na segurança pública
Paulo Azi diz que governos do PT levaram Bahia a uma situação de “calamidade permanente” na segurança pública
Por Redação
26/05/2026 às 17:21
Foto: Divulgação/Arquivo
O deputado federal Paulo Azi (União Brasil)
O deputado federal Paulo Azi (União Brasil-BA) criticou, nesta terça-feira (26), o governo da Bahia após a divulgação do Atlas da Violência 2026, que colocou o estado novamente entre os piores indicadores de segurança pública do país. Para o parlamentar, os números revelam uma situação de “calamidade permanente” da política de segurança pública conduzida pelo mesmo grupo político que governa o estado há quase duas décadas.
Segundo o relatório, produzido pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a Bahia registrou 6.061 homicídios em 2024, o maior número absoluto do Brasil, 71% mais alto do que o segundo colocado (Pernambuco). O estado também aparece com a maior taxa de mortes de jovens do país, com 114,7 homicídios por 100 mil habitantes entre 15 e 29 anos. Ao todo, foram 3.553 jovens baianos assassinados em apenas um ano.
“Os dados do Atlas da Violência mostram, mais uma vez, que a Bahia perdeu o controle da segurança pública. Não estamos falando de um problema novo ou pontual. Estamos falando de uma política de segurança fracassada, que se arrasta há anos e atinge diretamente as famílias baianas, especialmente os nossos jovens. Estamos vivendo uma calamidade permanente de violência”, afirmou Azi.
O parlamentar destacou que os dados contrastam com a propaganda petista. “Eles dizem que cuidam de gente, mas é evidente que eles abandonaram as pessoas que mais precisam. Quem mais sofre com a violência são as pessoas das regiões mais carentes. E o governo tem assistido a isso de forma inerte”, declarou.
O deputado destacou que a violência na Bahia tem avançado nos últimos 20 anos de gestão do PT no estado. A taxa de homicídios no estado passou de 23,7 por 100 mil habitantes em 2006 para 40,9 em 2024, crescimento de aproximadamente 72% no período.
“São quase 20 anos do mesmo grupo político no poder. E o resultado concreto está aí: a Bahia continua liderando rankings de violência e a população segue vivendo com medo. O governo precisa parar de naturalizar a violência. A Bahia não pode aceitar que homicídio vire rotina, que famílias vivam reféns do medo e que nossos jovens tenham o futuro interrompido pela ausência do Estado”, afirmou.
