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'O ciclo do PT está chegando ao fim', diz Tarcísio sobre derrota de Messias

'O ciclo do PT está chegando ao fim', diz Tarcísio sobre derrota de Messias

Governador defendeu atuação do Senado e destacou sistema de freios e contrapesos

Por Bruno Ribeiro/Folhapress

30/04/2026 às 17:00

Foto: Pablo Jacob/Governo de SP/Arquivo

Imagem de 'O ciclo do PT está chegando ao fim', diz Tarcísio sobre derrota de Messias

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse nesta quinta-feira (30) que a rejeição à indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) "escancara a fragilidade do governo" Lula (PT) e que "o ciclo do PT está chegando ao fim".

Em uma entrevista coletiva em Santos, no litoral de São Paulo, ele repercutiu a vitória da oposição no Senado dizendo que a derrota era "muito ruim para o PT".

"A derrota do governo é reveladora. A gente não está falando da reprovação de um nome, a gente está falando da reprovação de um governo. Essa derrota escancara a fragilidade do governo que não teve condição de articular, não teve condição de aprovar um nome para o Supremo Tribunal Federal", disse Tarcísio, destacando que "a última reprovação foi no governo Floriano Peixoto".

"É um sinal de fragilidade, de que o Congresso enxergou que esse governo não tem mais nada para oferecer, não consegue conduzir um projeto estruturante para o Brasil, é um sinal de final dos tempos, de encerramento de um ciclo. O ciclo do PT está chegando ao fim", complementou.

Tarcísio defendeu a atuação do Senado ao rejeitar a indicação feita pelo presidente Lula. "O Congresso age dentro de sua competência, daquilo que se espera de um sistema de freios e contrapesos. O Congresso não simplesmente chancela um nome que veio da Presidência da República. O Congresso tem o poder de aprovar ou rejeitar e o Congresso usou esse poder", afirmou.

Segundo ele, a partir do momento em que o presidente não consegue fazer um ministro do Supremo, fica claro que não há mais força, "e o Congresso, que é um grande termômetro político, sentiu para onde o vento está soprando".

"Então, deu o recado: 'Olha, a gente não quer mais isso aí, a gente precisa de um projeto estruturante, não são vocês que vão ter mais condição de oferecer as reformas, as soluções que o Brasil merece e precisa'".

Tarcísio foi a Santos para a entrega de 60 moradias de um programa habitacional do Estado feita em parceria com a prefeitura e o governo federal. Ao tratar de outra parceria com o governo Lula na região, o túnel Santos-Guarujá, destacou que sua gestão está alocando mais recursos no projeto do que o governo federal.

"Só deixando claro uma coisa: se fala muito que o túnel é 50%, 50%. A gente tem que desmentir, não é isso. Quando você pega a composição do túnel, você tem aporte e tem contraprestação. O governo federal resolveu participar do aporte", disse Tarcísio.

Ele afirmou que "100% da contraprestação cabe ao governo do estado de São Paulo" e que "ajuda do governo federal sempre será bem-vinda".

No fim de sua fala, contudo, Tarcísio disse que conversou com Lula e que ambos concordaram em fazer a obra pensando nos cidadãos. "A gente dizia para o presidente, e ele concordou, que a gente precisa olhar para o cidadão", afirmou Tarcísio. "Não é disputar paternidade de obra, é fazer ela acontecer".

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