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Jerônimo afirma que mesmo durante missão internacional manterá articulação sobre a montagem da chapa majoritária
Jerônimo afirma que mesmo durante missão internacional manterá articulação sobre a montagem da chapa majoritária
Por Carine Andrade, Política Livre
19/02/2026 às 15:34
Atualizado em 19/02/2026 às 18:37
Foto: Divulgação/Arquivo
O governador Jerônimo Rodrigues (PT)
Durante a coletiva de balanço do Carnaval da Bahia, na quarta-feira de cinzas (18), um fato chamou atenção na fala do governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre a composição da chapa majoritária e a previsão de anúncio dos nomes que marcharão junto com ele na eleição de outubro.
O anúncio, conforme vem sendo amplamente explorado pela imprensa, é aguardado com ansiedade pelos partidos da base aliada que querem ampliar ou preservar seus espaços. Ele também projetou que a sua expectativa é que após o retorno da missão internacional à Índia, junto com o presidente Lula, tenha mais uma semana de articulação até o anúncio oficial da chapa.
Jerônimo embarcou ao país asiático para cumprir agenda voltada para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e à consolidação da Bahia como referência na produção de medicamentos no Brasil por meio da Bahiafarma.
Ao responder à imprensa sobre o assunto, o chefe do Palácio de Ondina fez questão de frisar que seguirá ouvindo seu conselho político, mas que a decisão final ficará a cargo dele.
“Todo mundo tem a expectativa de como é que nós haveremos de montar esse tabuleiro. Os contatos feitos pelo grupo político vão acontecer, mas a decisão está sobre o governador”, frisou.
O governador adiantou que de forma virtual continuará debatendo com seus emissários as agendas locais, o que inclui a parte política. “Eu estou com a expectativa muito boa de que nós, agora no início de março, no meu retorno, as coisas não vão parar. Essa semana a gente vai continuar dialogando, mesmo à distância. Teremos agenda virtual para a gente poder coordenar as agendas”, projetou.
De acordo com Jerônimo, na última reunião do conselho político realizada antes do Carnaval ficou deliberado que os partidos fariam “contas” para terem um retrato sobre a perspectiva de eleição dos seus candidatos. Ele explicou que o pedido foi feito para que não haja prejuízo nem para os parlamentares de mandato nem para os partidos como um todo.
