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Eduardo Leite relaciona eventual fusão do PSDB a fortalecimento do centro em 2026

Eduardo Leite relaciona eventual fusão do PSDB a fortalecimento do centro em 2026

Por Marianna Holanda/Folhapress

12/02/2025 às 20:55

Atualizado em 12/02/2025 às 20:55

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB)

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, relacionou uma eventual fusão do PSDB com outro partido a um fortalecimento do centro e de uma terceira via nas eleições do ano que vem.

Está em discussão por lideranças do PSDB uma união com o MDB, o Podemos e o PSD. Como mostrou a coluna da Mônica Bergamo, tucanos paulistas resistem a essa possibilidade.

Leite, que buscou se viabilizar em 2022 para o Planalto, disse que a federação é um dos formatos disponíveis, mas que isso não "encerraria" o PSDB. E ressaltou que é importante manter esse diálogo para apresentar uma "alternativa à polarização em 2026".

"As regras do jogo impõem para nós, do PSDB, sim, discutir todas as alternativas possíveis, inclusive as de fusão partidária, se for para constituir algo que corresponda ao ideário do nosso partido", disse a jornalistas na Câmara dos Deputados.

"Se não for dentro de regras de governança em que isso realmente seja incorporado a um novo partido, não será levado adiante. Entendo que é importante sim mantermos o diálogo com outros partidos para buscar fortalecer no centro democrático força política que viabilize para 2026 a apresentação ao Brasil de uma alternativa a esta polarização, que sempre frisei, polarização por si só não é um problema", completou.

Ainda nesta quarta-feira (12), o Podemos anunciou na Câmara a filiação da apresentadora e comentarista política Cristina Graeml à legenda. Ela também já se lançou pré-candidata ao Senado em 2026 pela legenda.

"Em respeito a esses 390.254 eleitores curitibanos e a milhares de outros do Paraná e do Brasil inteiro que torceram pela minha eleição em Curitiba, eu aceitei esse novo desafio de sim dar continuidade a essa jornada política em 2026 e por indicação também dos eleitores do meu estado na condição de pré-candidata ao Senado", afirmou.

Graeml, então no PMB, chegou ao segundo turno da disputa pela Prefeitura de Curitiba, apadrinhada por Jair Bolsonaro (PL). Ela foi derrotada pelo então vice-prefeito Eduardo Pimentel (PSD), respaldado por uma coligação de oito partidos, inclusive pelo do ex-presidente.

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