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Bruno Reis terá mais recursos do fundo eleitoral disponíveis na campanha do que Geraldo Júnior

Bruno Reis terá mais recursos do fundo eleitoral disponíveis na campanha do que Geraldo Júnior

Por Política Livre

18/06/2024 às 07:48

Atualizado em 18/06/2024 às 09:43

Foto: Valter Pontes/Arquivo/Secom

O prefeito Bruno Reis

Na disputa pelo Palácio Thomé de Souza, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), não larga na frente do vice-governador Geraldo Júnior (MDB) apenas nas pesquisas. A tendência é que o postulante à reeleição também tenha uma fatia mais gorda do fundo eleitoral.

Dos sete partidos com recursos mais generosos do bolo, o prefeito tem o apoio de quatro: o PL, que encabeça a lista (R$886,8 milhões); o União Brasil, que é o terceiro (R$536,5 milhões); o PP, o quinto (R$417,2 milhões); e o Republicanos, que é o sétimo (R$343,9 milhões).

Geraldo Júnior, por sua vez, tem o apoio do PT, o segundo da lista (R$619,8 milhões); do PSD, que é o quarto (R$420,9 milhões); e o MDB, partido do vice-governador, que é o sexto (R$404,6 milhões).

Vale lembrar que os partidos irão distribuir o fundo eleitoral entre todos os candidatos a prefeito e vereador do Brasil, seguindo a critérios definidos pelas Executivas nacionais. Bruno Reis, no entanto, é uma das principais apostas do União Brasil, que pretende investir pesado no prefeito, até por ser uma reeleição.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda vai definir o limite de gastos de campanha dos postulantes. Nas eleições de 2020, cada candidato a prefeito de Salvador podia gastar R$16,7 milhões. Naquela ocasião, Bruno Reis foi o segundo postulante que mais gastou naquela campanha em todo o país: R$12,2 milhões.

O fundo eleitoral para este ano soma R$4,9 bilhões, segundo lei aprovada no Congresso Nacional. O montante é destinado a todos os partidos, que fazem a distribuição entre os candidatos. O Psol, partido do pré-candidato a prefeito de Salvador Kleber Rosa, ficou com R$126,8 milhões.

Além desses recursos do fundo, as campanhas eleitorais podem ser financiadas por doações de pessoas físicas e recursos próprios dos candidatos, seguindo regras pré-estabelecidas A legislação eleitoral determina esse modelo misto de financiamento, que, mais uma vez, será seguido nas eleições municipais deste ano.

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