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Paulo Rangel se esquiva de responder sobre articulação do PT contra inscrição de Fabrício Falcão ao TCM
Paulo Rangel se esquiva de responder sobre articulação do PT contra inscrição de Fabrício Falcão ao TCM
Por Política Livre
20/02/2024 às 18:45
Atualizado em 20/02/2024 às 18:45
Foto: Divulgação

"Não sei porque insistem tanto nessa questão do PT. Não sou candidato do PT", disse o deputado petista Paulo Rangel, candidato ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), ao ser questionado sobre as movimentações de bastidor do partido dele para inviabilizar a inscrição do deputado Fabrício Falcão (PCdoB) na disputa pela mesma cadeira de conselheiro, em eleição a ser realizada em março no plenário da Assembleia Legislativa.
Como revelou nesta segunda (19) o site, a Mesa Diretora marcou para a próxima terça-feira (27) a reunião que deve analisar o pedido de inscrição de Fabrício, que não obteve o número mínimo de 13 assinaturas para entrar diretamente na disputa. Lideranças do PT, no entanto, trabalham nos bastidores para que não ocorra a reunião por falta de quórum. Essa informação foi confirmada por pelo menos três parlamentares novamente nesta terça-feira (20). O colegiado é composto por nove parlamentares.
Em conversa com este Política Livre nesta terça, Rangel frisou que o PT tem apenas um representante na Mesa Diretora, o deputado José Raimundo, vice-presidente da Casa e que, a exemplo de Fabrício Falcão, tem como maior reduto eleitoral o município de Vitória da Conquista.
"Fabrício tem todo o direito de concorrer. É um deputado brilhante e preenche todos os requisitos. Assim como o PCdoB também tem o direito, partido historicamente alinhado ao PT. Vou trabalhar para ter o apoio deles", argumentou Rangel, que considerou, entretanto, que duas candidaturas da base governista ao TCM "seria ruim". "Seria bom estarmos unidos".
O petista lembrou que tem o apoio de todos os partidos da base do governo, com exceção do PCdoB. "Posso ser considerado um candidato da base, e não apenas do PT, porque já recebi os apoios do senador Otto Alencar (PSD), do ex-deputado federal Ronaldo Carletto, presidente do Avante na Bahia, da deputada federal Lídice da Mata, que comanda o PSB, e dos blocos informais na Assembleia, o G8 e o G+. Seguimos firmes na luta".
