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Horas após deputado bolsonarista criticar quem se cala sobre "perseguição" a Bolsonaro, João Roma defende ex-presidente
Horas após deputado bolsonarista criticar quem se cala sobre "perseguição" a Bolsonaro, João Roma defende ex-presidente
Por Política Livre
08/02/2024 às 14:50
Atualizado em 08/02/2024 às 14:50
Foto: Divulgação

Apesar de a operação da Polícia Federal (PF) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados ter começado nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (08), com prisões e apreensão do passaporte do ex-mandatário da Nação sob acusação de tentativa de golpe de Estado, o ex-ministro João Roma (PL) só se manifestou por volta das 14h, bem depois de outros bolsonaristas baianos.
Por volta das 8h, o deputado estadual bolsonarista Leandro de Jesus (PL) divulgou nas redes sociais a primeira de três manifestações em defesa do ex-presidente. Na última publicação, postada já no final da manhã, ele escreveu: "Você, patriota, preste atenção a quem está neste momento calado em meio a tanta perseguição ao nosso presidente Jair Bolsonaro". Ele disse ainda que "a fase agora é de passar a peneira contra esses aproveitadores".
Colega de Leandro de Jesus na Assembleia, o também bolsonarista Diego Castro (PL) pediu que "Deus fortaleça nosso capitão". "A luta contra a esquerda é dura, mas seguiremos firmes". Ele citou ainda um verso bíblico: "Na minha angústia clamei ao Senhor, e Ele me ouviu".
O deputado federal Capitão Alden (PL), outro apoiador do ex-presidente, também se manifestou logo após a operação. "Renasce o autoritarismo, obscurantismo e a banalização da maldade. Mas qual o objetivo disso? Prender Bolsonaro e desmontar a oposição". O parlamentar citou ainda uma fase atribuída ao escritor Olavo de Carvalho, guru do bolsonarismo. "Ou se prende os comunistas pelos crimes que eles cometeram, ou eles, fortalecidos, irão nos prender por crimes que não cometemos".
João Roma, presidente do PL baiano, disse que Bolsonaro sofre uma "perseguição". “As regras da democracia não servem a um projeto de poder totalitário. Não basta a vitória nas urnas. É preciso destruir o adversário. Não tem outra explicação para a implacável perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o principal alvo de mais uma operação de pescaria da Polícia Federal, quando a suposição de um imaginário golpe justifica mandados judiciais na tentativa de encontrar indícios para acusações. É a inversão de uma justiça de dois pesos e duas medidas”.
Também pela tarde, horas após a operação, outra nota foi enviada em nome do PL da Bahia, que se solidarizou "com todos que estão sendo vítimas dessas arbitrariedades, em especial o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto". Valdemar foi preso pela polícia durante a ação por posse ilegal de arma de fogo.
