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Petista diz que não abre mão de ser vice de Adolfo Menezes caso o presidente vá para a reeleição

Petista diz que não abre mão de ser vice de Adolfo Menezes caso o presidente vá para a reeleição

Por Política Livre

29/11/2023 às 18:34

Atualizado em 29/11/2023 às 18:34

Foto: Divulgação

O deputado estadual Júnior Muniz (PT)

Em contato com este Política Livre, o deputado estadual Júnior Muniz (PT) disse que não abre mão de ser vice do atual presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adolfo Menezes (PSD), caso o aliado concorra à reeleição em fevereiro de 2025.

Muniz lembrou que, da bancada de nove parlamentares do PT, apenas ele e o deputado Euclides Fernandes assinaram em favor da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que permite a recondução de Adolfo Menezes dentro da mesma legislatura. A proposição, de autoria do deputado Nelson Leal (PP), deve ser votada no início do ano que vem, e foi assinada por 47 dos 63 membros da Assembleia.

"Entre os governistas, o PT tem a maior bancada junto com o PSD. Então, o presidente será do PSD e o vice tem que ser do PT, caso haja a reeleição. Além disso, fazemos parte da federação com o PV e o PCdoB, somando 17 parlamentares. A regra da proporcionalidade pode não estar escrita, mas é praxe que seja respeitada. Além disso, eu assinei a favor da PEC e estou ao lado de Adolfo Menezes desde o início, e ele sabe disso. Não abro mão de ser o primeiro-vice", declarou Júnior Muniz.

Mais cedo, o site mostrou que há uma concorrência acirrada pela vice de Adolfo Menezes por conta da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) que impede a reeleição dos presidentes das assembleias na mesma legislatura. Em tese, pelo entendimento, existe a possibilidade de o segundo no comando do Legislativo estadual assumir a titularidade.

Júnior Muniz disse ainda que abriu mão de ser primeiro-vice de Adolfo Menezes na eleição da Mesa Diretora de fevereiro deste ano - o posto ficou com o deputado José Raimundo (PT). Isso porque, segundo o parlamentar, havia a promessa do líder do governo, deputado Rosemberg Pinto (PT), de que assumiria a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o que acabou não ocorrendo.

"Não posso ser traído novamente. Até porque outros deputados do PT vêm ocupando ou já ocupam posições de destaque na Assembleia, e temos uma regra de revezar isso. Chegou a minha vez", frisou Muniz.

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