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Pedido de impeachment do prefeito Bruno Reis é "uma piada", diz Tiago Correia
Pedido de impeachment do prefeito Bruno Reis é "uma piada", diz Tiago Correia
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
28/10/2026 às 18:00
Atualizado em 28/10/2026 às 18:06
Foto: Divulgação/Arquivo
O deputado estadual reeleito Tiago Correia (PSDB)
Em entrevista à TV Band nesta quarta-feira (28), o deputado estadual reeleito Tiago Correia (PSDB) classificou como “uma piada” as investidas da oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS) em relação a criação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar a frota de ônibus no dia do segundo turno eleições.
Para o tucano, o anúncio de abertura do procedimento não passa de “informação falsa e jogo para a imprensa”.
De acordo com o parlamentar, que já cumpriu dois mandatos como vereador em Salvador, o regimento interno da Casa Legislativa soteropolitana exige no mínimo 14 assinaturas para que o pedido de CEI possa ser protocolado e analisado e ressaltou que a bancada de oposição obteve apenas 10 adesões até o momento.
“Acho até uma piada, até engraçado. Eles não podem entregar o pedido antes de alcançar as assinaturas necessárias, e essas assinaturas não existem. Tem que estudar melhor o regimento interno da Casa. O que estão fazendo é jogar para a imprensa e tentar confundir a cabeça do eleitor com informações nebulosas”, declarou.
Correia também rechaçou os argumentos de que a circulação de ônibus no dia do pleito teria prejudicado o comparecimento da população. Para defender sua tese, ele disse que os dados oficiais da Justiça Eleitoral apontam um movimento oposto na capital baiana.
“No final do dia, quando analisamos a votação de Salvador, vemos que não houve prejuízo. Houve aumento no número de votantes e diminuição da abstenção. O relatório no final do dia mostra que os eleitores chegaram às urnas. É mais uma espuma da oposição”, acrescentou
Ainda durante a entrevista, o deputado questionou a postura dos adversários em relação ao transporte na Região Metropolitana, de responsabilidade do governo estadual.
“Vimos ônibus parados na Região Metropolitana, que é administrada pelo governo do Estado, e a oposição não falou nada. Querem criar narrativa onde não há respaldo factual nem regimental”, finalizou.
