Home
/
Noticias
/
Salvador
/
Ireuda Silva defende políticas públicas para combater desigualdades na saúde da população negra
Ireuda Silva defende políticas públicas para combater desigualdades na saúde da população negra
Por Redação
28/10/2026 às 10:20
Foto: Divulgação
Ireuda Silva
A vereadora Ireuda Silva (Republicanos), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e vice-presidente da Comissão de Reparação da Câmara Municipal de Salvador, destaca a importância do enfrentamento ao racismo institucional e da ampliação de políticas públicas voltadas à saúde da população negra. A reflexão marca o Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra, celebrado em 27 de outubro, data que chama a atenção para as desigualdades raciais no acesso aos serviços de saúde.
Para a parlamentar, garantir o direito à saúde exige mais do que assegurar o atendimento. É necessário que os serviços públicos estejam preparados para acolher as necessidades específicas da população negra, combater a discriminação e oferecer assistência humanizada, com diagnóstico, tratamento e acompanhamento adequados.
“Não podemos falar em saúde pública de qualidade sem enfrentar o racismo que ainda atravessa o atendimento e o acesso aos serviços. A população negra tem direito a um cuidado digno, humanizado e livre de qualquer discriminação. Precisamos transformar esse compromisso em políticas públicas efetivas, que garantam que ninguém seja negligenciado por causa da cor da pele”, afirma Ireuda.
A vereadora também chama a atenção para a situação das mulheres negras, que enfrentam desigualdades associadas tanto ao racismo quanto ao machismo. Na avaliação da parlamentar, é fundamental fortalecer ações que considerem essas especificidades, especialmente na saúde da mulher, no acompanhamento pré-natal, no parto e no acesso a tratamentos e exames especializados.
“Quando falamos da saúde das mulheres negras, precisamos considerar as barreiras que elas enfrentam diariamente. É indispensável que o poder público assegure atendimento respeitoso, profissionais preparados e políticas que levem em conta as desigualdades raciais e de gênero. Saúde é um direito de todos e precisa ser garantida com equidade”, acrescenta.
