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Jerônimo Rodrigues relembra pandemia da Covid-19 e critica postura de Jair Bolsonaro
Jerônimo Rodrigues relembra pandemia da Covid-19 e critica postura de Jair Bolsonaro
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
20/08/2026 às 16:15
Foto: Reprodução/Redes sociais/Arquivo
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT)
O governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), voltou a abordar a atuação do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro (PL) durante a pandemia de Covid-19. Em entrevista à rádio Andaiá FM nesta quinta-feira (20), o gestor disse que, na avaliação dele, o então mandatário do país demonstrou falta de sensibilidade diante das mortes provocadas pela doença.
Ao falar sobre a postura do ex-chefe do Palácio do Planalto diante dos números da pandemia, o petista citou a expressão “tanto faz”, que, de acordo com ele, era utilizada por Bolsonaro em situações de questionamento sobre sua gestão.
“Não existe ‘tanto faz’ na política”, declarou.
O chefe do Executivo baiano ainda relembrou declarações do liberal durante a crise sanitária, incluindo a frase “Eu não sou coveiro”, atribuída ao ex-presidente em resposta a uma pergunta sobre o número de mortes por Covid-19 no Brasil.
Jerônimo também aproveitou a ocasião para associar a postura que atribui ao ex-presidente a uma visão de atuação política que, para ele, não demonstraria a responsabilidade esperada de um presidente diante de uma crise sanitária de grandes proporções.
Durante a entrevista, o governador fez uma comparação política entre Bolsonaro e o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ressaltando a trajetória do chefe do Executivo nacional. Na ocasião, o petista citou o lançamento da candidatura de Lula em São Bernardo do Campo e defendeu que o ato representou, em sua leitura, a continuidade da identidade política do petista.
“Ele foi para lá dizer que não mudou a história dele”, afirmou.
Para concluir, Rodrigues utilizou ainda as bandeiras presentes nos eventos políticos como elemento de comparação entre os grupos. De acordo com ele, a bandeira do Brasil esteve em evidência no evento de Lula, enquanto a bandeira dos Estados Unidos teria ganhado destaque no ato relacionado à candidatura de Flávio Bolsonaro.
“A bandeira que corria naquele ato era a dos Estados Unidos”, finalizou.
