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'Construção de uma nova cultura política na Bahia é um dos maiores patrimônios do PT', afirma Éden

'Construção de uma nova cultura política na Bahia é um dos maiores patrimônios do PT', afirma Éden

Por Redação

24/07/2026 às 15:37

Atualizado em 24/07/2026 às 16:52

Foto: Divulgação/Arquivo

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Partido inaugurou um novo ciclo marcado pela democracia e respeito às instituições no estado, após anos de autoritarismo e perseguições no tempo do avô de ACM Neto 

O novo modelo de fazer política na Bahia iniciada com a eleição de Jaques Wagner, em 2007, e que se manteve e se consolidou nas gestões de Rui Costa e do agora governador Jerônimo Rodrigues é uma das maiores contribuições do grupo petista para a política no estado e, consequentemente, para a vida da população baiana. Essa é a avaliação do secretário Nacional de Comunicação do PT e ex-presidente do PT Bahia, Éden Valadares, que nesta sexta-feira (24), fez uma análise sobre os diversos avanços promovidos pelo time de Lula no estado. 

“Um processo na Bahia que tem uma dimensão, eu vou chamar de imaterial, que não é palpável, mas que talvez seja o nosso maior patrimônio é a construção de uma nova cultura política na Bahia. A Bahia era marcada pelo mandonismo, pelo clientelismo, pela lógica do chicote na mão e o dinheiro na outra mão, do tempo do carlismo, que achava que a Bahia tinha um dono que mandava e obedecia quem tinha juízo”, relembrou o dirigente partidário. 

Para Éden, ACM Neto, herdeiro do carlismo, apesar da roupagem moderna, não herdou apenas o sobrenome do avô. No DNA, na memória afetiva, nos exemplos, o ex-prefeito de Salvador carrega o autoritarismo, o atraso e a tentativa de reeditar com a sua candidatura ao Governo uma Bahia que desprezava a democracia, privilegiava os aliados políticos, menosprezava os adversários e não cuidava do seu povo. 

“Apesar de se apresentar como moderno, o ex-prefeito Salvador é, na verdade, a tentativa de volta dessa política. Então, a Bahia precisa legitimar, renovar essa política que respeita a oposição, que respeita os prefeitos e prefeitas não importando o partido, que respeita a imprensa, o Tribunal de Justiça, a relação com a sociedade civil organizada, que dialoga com a tradição baiana de liberdade e independência, mas que, de fato, mudou a vida do nosso povo, que efetivamente constrói outra Bahia”, enfatizou o secretário Nacional. 

Superado o atraso do grupo carlista com a dedicação do grupo do PT para retirar o estado do atraso e abrir novas portas para um futuro de desenvolvimento, inclusão social e igualdade para todos, o secretário Nacional reforçou que há uma Bahia antes do PT e outra agora com as gestões de Wagner, Rui e Jerônimo. “Uma Bahia para todos e todas. Uma Bahia que não esquece nenhum dos seus filhos e que mira na inclusão social, na justiça social como forma de desenvolvimento, de crescimento, de prosperidade para as famílias baianas”, concluiu.

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