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Muniz reafirma que projeto sobre estacionamento no aeroporto será votado antes do recesso
Muniz reafirma que projeto sobre estacionamento no aeroporto será votado antes do recesso
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
02/06/2026 às 18:41
Atualizado em 02/06/2026 às 18:46
Foto: Política Livre/Arquivo
O presidente da Casa, vereador Carlos Muniz (PSDB)
Em entrevista à imprensa após a sessão ordinária desta terça-feira (2) da Câmara Municipal de Salvador (CMS), o presidente da Casa, vereador Carlos Muniz (PSDB), reafirmou que o projeto de lei que trata do estacionamento no Aeroporto Internacional de Salvador será votado antes do recesso parlamentar.
Contrário à proposta que prevê a cobrança de uma taxa para motoristas que permanecerem por mais de 10 minutos no local, o tucano reiterou que a iniciativa apresentada pela concessionária Vinci Airports é mal elaborada e voltou a defender a votação do projeto que busca impedir a cobrança.
“Houve uma reunião com alguns vereadores. E a proposta que foi feita por eles é uma proposta que não muda em nada o que eles querem hoje. Então, é uma proposta que não existe, na minha opinião. Pode ter certeza de que até o dia 17 o projeto será votado e nós iremos fazer com que a população de Salvador não venha a ter os problemas que está tendo hoje no Aeroporto de Salvador”, declarou.
Ao ser questionado por este Política Livre sobre a proposta apresentada pela empresa que administra o equipamento, o vereador afirmou que a Vinci Airports pretende ampliar o tempo de tolerância para 15 minutos e conceder isenção para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, medida que considera insuficiente.
“Eles apresentaram uma proposta de 15 minutos em relação ao tempo e com a isenção para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. Mas eu acho muito pouco para que a gente aceite. Tenho certeza de que a maioria dos vereadores pensa igual a mim. Nós iremos colocar o projeto para votar até o dia 17 e, com certeza, iremos aprová-lo. E o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), irá sancionar”, concluiu.
