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Desemprego até março sobe para 6,1%, mas fica no menor nível já registrado para o período
Desemprego até março sobe para 6,1%, mas fica no menor nível já registrado para o período
Por Estadão Conteúdo
30/04/2026 às 11:00
Atualizado em 30/04/2026 às 09:45
Foto: Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.722,00 no trimestre encerrado em março
O desemprego no Brasil ficou em 6,1% no trimestre encerrado em março, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em igual período de 2025, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 7,0%. No trimestre móvel até fevereiro, a taxa de desocupação estava em 5,8%.
Apesar da alta, a taxa foi a menor para um trimestre encerrado em março em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.
A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.722,00 no trimestre encerrado em março. O resultado representa alta de 5,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025.
A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 374,8 bilhões no trimestre encerrado em março, alta de 7,1% ante igual período do ano passado.
A massa de salários em circulação na economia aumentou em R$ 24,842 bilhões no período de um ano, para R$ 374,8 bilhões, uma alta de 7,1% no trimestre encerrado em março ante o trimestre terminado em março de 2025. Na comparação com o trimestre terminado em dezembro, a massa de renda real subiu 0,6%, com R$ 2,313 bilhões a mais.
O Brasil registrou uma taxa de informalidade de 37,3% no mercado de trabalho no trimestre até março. O País alcançou 38,084 milhões de trabalhadores atuando na informalidade no período. Em um trimestre, menos pessoas passaram a atuar como trabalhadores informais: houve queda de 623 mil trabalhadores nesta situação.
O País registrou queda de 1,022 milhão de vagas no mercado de trabalho em apenas um trimestre, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população ocupada ficou em 101,976 milhões de pessoas no trimestre encerrado em março de 2026. Em um ano, esse contingente aumentou em 1,465 milhão de pessoas.
Já a população desocupada aumentou em 1,077 milhão de pessoas em um trimestre, totalizando 6,579 milhões de desempregados no trimestre até março. Em um ano, 987 mil pessoas deixaram o desemprego. A população inativa somou 108,555 milhões de pessoas, 55 mil inativos a mais que no trimestre anterior. Em um ano, houve aumento de 478 mil pessoas.
O nível da ocupação — porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar — passou de 58,9% no trimestre encerrado em dezembro para 58,2% no trimestre até março. No trimestre terminado em março de 2025, o nível da ocupação era de 57,8%.
O País registrou queda de 1,022 milhão de vagas no mercado de trabalho em apenas um trimestre. A população ocupada ficou em 101,976 milhões de pessoas. Em um ano, esse contingente aumentou em 1,465 milhão de pessoas.
