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Colegiado do PT no Semiárido critica articulações e reage a filiação de deputados à sigla
Colegiado do PT no Semiárido critica articulações e reage a filiação de deputados à sigla
Por Política Livre
04/04/2026 às 14:20
Foto: Divulgação
O Colegiado do PT do Semiárido Nordeste II divulgou nota pública manifestando “profunda indignação” diante de articulações internas que, segundo o grupo, buscam abrir espaço no partido — ou na federação — para a entrada de parlamentares oriundos de outras legendas.
No documento, o colegiado cita diretamente os nomes dos deputados Eduardo Salles e Fabíola Mansur, além da possibilidade de filiação de Ângelo Almeida, como exemplos de movimentações consideradas inadequadas pela base partidária na região.
Segundo a nota, essas articulações representam uma tentativa de uso do partido como “mero instrumento eleitoral”, em desconsideração à militância histórica da sigla. O colegiado afirma que não aceitará que interesses eleitorais de ocasião se sobreponham à trajetória de filiados que constroem o PT no cotidiano.
“Não aceitaremos que interesses eleitorais de ocasião se sobreponham à defesa dos mandatos dos deputados e deputadas petistas. O partido não pode servir de abrigo para projetos pessoais”, diz um trecho do posicionamento.
O grupo também critica a possibilidade de filiações realizadas sem debate interno, especialmente às vésperas do encerramento do prazo da janela partidária. Para o colegiado, esse tipo de movimentação desrespeita as instâncias partidárias e fragiliza a organização política.
“Rechaçamos, de forma veemente, qualquer tentativa de filiação no apagar das luzes, sem debate e sem respeito às instâncias partidárias”, acrescenta a nota.
Ao final, o colegiado reforça a defesa da identidade histórica do partido e do vínculo com sua base social. “O PT tem história, tem base e tem lado. E não será transformado em legenda de conveniência”, conclui o documento.
1 Comentário
Raimundo Lima
•
04/04/2026
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11:51
