Home
/
Noticias
/
Exclusivas
/
Professores cobram envio de projeto do governo à Assembleia para viabilizar pagamento do piso nacional do magistério
Professores cobram envio de projeto do governo à Assembleia para viabilizar pagamento do piso nacional do magistério
Por Política Livre
30/03/2026 às 17:38
Atualizado em 30/03/2026 às 17:54
Foto: Divulgação/Arquivo
Professores pedem que projeto seja enviado à Alba
Professores da rede estadual passaram a cobrar nas redes sociais que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) envie à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) o projeto de lei que viabiliza o pagamento do piso nacional do magistério, reajustado em 5,4% pelo governo Lula para 2026.
De acordo com a portaria do Ministério da Educação (MEC), o valor inicial do vencimento dos professores da educação básica em 2026 foi fixado no valor de R$ 5.130,63, válido para docentes com jornada de 40 horas semanais, tendo efeito retroativo a janeiro.
Um dos porta-vozes da cobrança é o diretor da APLB, sindicato que representa a categoria, Reginaldo Alves, segundo quem a ausência de legislação ameaça os direitos da classe. “Isso é muito grave, porque sem o envio para a Assembleia Legislativa, não tem votação. E sem votação, não tem garantia. E sem garantia, o direito das professoras, professores, coordenadores e coordenadoras estão ameaçados”, disse em vídeo.
O pedido é que o reajuste não fique restrito apenas ao início da carreira, mas que seja aplicado em toda a tabela do magistério. “Isso não é um favor, é um direito. Não basta aplicar só no início da carreira; é fundamental garantir o reajuste em toda a tabela do magistério, respeitando a progressão”.
Os professores reivindicam ainda o cumprimento do reajuste da certificação de 7% previsto para junho. “Sem isso, teremos distorções, desvalorização da carreira, e é um direito. Vamos colocar um recado para o governador: a Assembleia precisa votar e a categoria precisa ter esse direito garantido. Valorizar o magistério não pode ser só um discurso. Quem educa a Bahia precisa ser respeitado hoje e sempre”, frisou o diretor da APLB.
1 Comentário
Carlos Marques de Santana
•
30/03/2026
•
15:49
Ano de eleição, a APLB quer aparecer como defensora da categoria. 35 anos de uma ditadura que não largar a entidade. Um dia isso acabar...e terei o prazer de ver a MORALIDADE ser reconduzida em prol da categoria..
A própria UE que o prezado amigo atua, o CE Desembargador Júlio Virginio de Santana, foi sucateado. Muito trabalho deu soergue-la no passado. Resultados expressivos tínhamos no IDEB, e hoje como anda ? É Fake News, o abandono ? E o Colégio Modelo LEM de Salvador, também destruído, é FAKE NEWS ? Enfim. MUDANÇAS JÁ !
