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Moraes anula sindicância sobre atendimento a Bolsonaro e manda PF ouvir presidente do CFM

Moraes anula sindicância sobre atendimento a Bolsonaro e manda PF ouvir presidente do CFM

Relator apontou ilegalidade e desvio de finalidade na determinação do conselho

Por Ana Pompeu/Folhapress

07/01/2026 às 19:50

Foto: Gustavo Moreno/STF/Arquivo

Imagem de Moraes anula sindicância sobre atendimento a Bolsonaro e manda PF ouvir presidente do CFM

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal)

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), declarou nula nesta quarta-feira (7) a sindicância aberta pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) para apurar as condições de atendimento médico prestado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a prisão na sede da PF em Brasília.

O órgão federal havia determinado nesta quarta ao Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal "a imediata instauração de sindicância" e afirmado, em nota, e que deveria ser garantido ao paciente "uma assistência médica com múltiplas especialidades".

Em decisão, porém, Moraes afirmou que a "a ilegalidade e ausência de competência correicional do CFM em relação à Polícia Federal é flagrante, demonstrando claramente o desvio de finalidade da determinação, além da total ignorância dos fatos".

O relator ainda barrou qualquer procedimento da autarquia, em âmbito nacional ou local, com esse objetivo e determinou que a Polícia Federal ouça o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, sobre a medida que tinha sido anunciada.

Por fim, Moraes determinou que o diretor do Hospital DF Star encaminhe ao Supremo todos os exames médicos e laudos referentes aos exames feitos por Bolsonaro nesta quarta em até 24 horas.

O CFM havia afirmado que a autonomia do médico assistente é soberana na definição da conduta terapêutica, não podendo sofrer qualquer tipo de interferência externa.

"O recebimento formal de denúncias protocoladas no CFM expressam inquietação quanto à garantia de assistência médica adequada ao paciente. Além disso, declarações públicas de relatos sobre intercorrências clínicas causam extrema preocupação à sociedade brasileira", disse o CFM em nota.

Leia também: CFM determina sindicância sobre atendimento médico a Bolsonaro sob custódia da PF

Comentários
Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Política Livre

2 Comentários

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emanoel lima da silva

07/01/2026

20:33

Ate o trabalho dos profissionais da medicina o STF quer proibir. Por que serã!!!
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Paulo

07/01/2026

17:00

Mais só faltava essa agora, o dono do Brasil falou tem que obedecer. O teu tá perto xandão
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