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Copa do Mundo Feminina: TJBA e CNJ fortalecem atuação da Justiça nos estádios
Copa do Mundo Feminina: TJBA e CNJ fortalecem atuação da Justiça nos estádios
Por Redação
29/10/2026 às 12:04
Foto: Divulgação
A preparação do Judiciário baiano para a Copa do Mundo Feminina de 2027 foi debatida em reunião do Grupo de Trabalho (GT) Paz nas Arenas, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizada no Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), nessa quarta-feira (28). O encontro alinhou ações para fortalecer a atuação da Justiça durante a competição, que terá Salvador como uma das cidades-sede.
Coordenado pelo Conselheiro Paulo Régis Machado Botelho, o GT Paz nas Arenas tem visitado tribunais nas cidades que sediarão partidas da Copa do Mundo Feminina em 2027, a ocorrer de 24 de junho a 25 de julho. Em Salvador, estão previstos sete jogos na Arena Fonte Nova.
Além da troca de experiências, o Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, Presidente da Corte baiana, apresentou duas medidas, em conformidade com a Resolução CNJ nº 662/2025, cujo teor estabelece diretrizes e parâmetros para a atuação do Poder Judiciário em grandes eventos.
Uma delas é a instalação da Sala Lilás dentro da Arena Fonte Nova, ainda neste ano. O espaço será destinado ao atendimento especializado de mulheres e jovens vítimas de violência, garantindo acolhimento psicológico e encaminhamento à rede de apoio. A iniciativa envolve a atuação conjunta entre diversas instituições.
Outra novidade prevista é a retomada do plantão da 9ª Vara Criminal de Salvador nas dependências da Arena Fonte Nova durante os dias de jogos, ampliando a presença do Judiciário no local.
Pelo TJBA, também participaram da reunião a Desembargadora Maria de Fátima Silva Carvalho, Coordenadora do Núcleo Socioambiental; e os Desembargadores Edson Ruy Bahiense Guimarães, integrante do Comitê Estadual Judicial de Enfrentamento à Exploração do Trabalho em Condição Análoga à de Escravo e ao Tráfico de Pessoas do Estado da Bahia; Lidivaldo Reaiche, Presidente da Comissão Permanente de Igualdade, Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos Humanos; Cássio Miranda, Presidente da Comissão Permanente de Gestão da Memória; e Ângelo Vita, Presidente da Comissão Permanente de Avaliação Documental; além do Juiz Sadraque Oliveira Rios Tognin, Assessor Especial da Presidência para Assuntos Institucionais.
Na ocasião, os magistrados apresentaram um panorama das atividades desenvolvidas por suas respectivas Comissões, compartilhando iniciativas e alinhando informações com o Conselheiro Paulo Régis que, no âmbito do CNJ, atua nas áreas correspondentes.
