Alden levará ao TSE denúncia sobre cartazes contra Flávio em universidade
Por Redação
07/10/2026 às 10:33
Foto: Reprodução
os materiais foram afixados nos murais da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, no sul da Bahia
O deputado federal reeleito Capitão Alden (PL-BA) anunciou que levará ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma denúncia sobre cartazes contra Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, candidato a vice-presidente na chapa presidencial do senador.
Segundo informações recebidas pelo parlamentar, os materiais foram afixados nos murais da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, no sul da Bahia.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Alden apresenta imagens dos cartazes. Entre os materiais, há uma montagem que associa Flávio Bolsonaro ao nazismo, acompanhada da frase “O 22 quer você morto”. Outro cartaz menciona uma acusação de estupro de vulnerável contra Alfredo Gaspar.
Alden afirmou que pedirá a apuração de eventuais responsabilidades pela afixação dos materiais, incluindo a conduta de gestores da universidade que, segundo o deputado, teriam permitido a exposição dos cartazes.
“Militância não dá imunidade. Carteirinha de estudante não coloca ninguém acima da lei”, afirmou.
Alden cita arquivamento de investigação contra Gaspar
Ao defender Gaspar, Alden destacou o arquivamento do pedido de investigação sobre a acusação de estupro de vulnerável.
A decisão foi tomada na terça-feira (6) pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O ministro apontou a “ausência de elementos suficientes” para autorizar a abertura de inquérito.
O deputado também relacionou as acusações contra Gaspar à atuação do candidato como relator da CPMI do INSS, além de questionar por que os cartazes não cobram esclarecimentos sobre o destino do dinheiro desviado de aposentados.
“Os autores desse material não representam automaticamente toda a comunidade acadêmica, mas precisam responder pelo que publicam. Querem cobrar políticos, cobrem. Agora, aceitem também ser cobrados. Quem exige transparência dos outros precisa começar contando a história inteira”, concluiu.
