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Quaest: Lula tem 37%, e Flávio Bolsonaro, 33% no 1º turno; candidatos empatam no 2º
Quaest: Lula tem 37%, e Flávio Bolsonaro, 33% no 1º turno; candidatos empatam no 2º
Instituto entrevistou de forma presencial 2.004 eleitores com 16 anos ou mais de todo o país
Por Marina Costa/Luana Lisboa/Folhapress
21/09/2026 às 19:00
Foto: Reprodução
Lula e Flávio Bolsonaro
O presidente Lula (PT) tem 37% das intenções de voto no primeiro turno contra 33% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (21).
No levantamento da semana passada, o petista aparecia com 36% e o filho de Jair Bolsonaro, ex-presidente condenado e preso por tentativa de golpe de Estado, com 31%.
Em cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro tem 42% e Lula, 41%, uma situação de empate técnico. Na rodada anterior, o candidato do PL também tinha 42% e o atual mandatário, 40%, tendo oscilado um ponto para cima.
A Quaest entrevistou 2.004 eleitores com 16 anos ou mais de todo o país entre quinta-feira (17) e domingo (20). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-06004/2026.
No primeiro turno, o escritor Augusto Cury (Avante) marca 6% (tinha 7%). Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, aparece com 4% (tinha 5%), e Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, com 1% (tinha 3%). Renan Santos (Missão) tem 3% (tinha 4%).
Brancos, nulos e eleitores que afirmam que não irão às urnas são 7%, enquanto 8% dizem estar indecisos. Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO), e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) não pontuam. Samara Martins (UP) tem 1%.
Leonardo Avalanche, candidato anunciado pelo PRTB na última terça-feira (15) para substituir o influenciador Pablo Marçal, cuja candidatura foi negada por unanimidade pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), tem 0% das intenções de voto.
Esta é a primeira pesquisa presidencial do instituto após a sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre o caso Master e a relação do ministro Alexandre de Moraes com o banqueiro Daniel Vorcaro.
