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ACM Neto rebate propaganda governista e diz ser favorável ao fim da escala 6x1
ACM Neto rebate propaganda governista e diz ser favorável ao fim da escala 6x1
Por Política Livre
04/09/2026 às 17:45
Foto: Divulgação
O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) durante ato de campanha em Salvador
Ex-prefeito de Salvador e candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União) afirmou nesta sexta-feira (4) ser favorável ao fim da escala de trabalho 6x1 e à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do tema no Senado. A declaração foi dada durante uma caminhada de campanha em Salvador.
A manifestação do ex-prefeito ocorre em meio à exploração do assunto pela campanha do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e por candidatos da chapa proporcional da base aliada. Na propaganda eleitoral no rádio e na televisão, peças do grupo petista têm associado o "time de ACM Neto" à posição contrária ao fim da escala 6x1.
Questionado pela imprensa, ACM Neto fez questão de demarcar posição diferente e afirmou esperar que o Senado conclua a votação da proposta após a aprovação na Câmara dos Deputados. “Eu sou a favor do fim da escala 6x1, a favor da aprovação da emenda constitucional e espero que o Senado possa aprová-la, como fez a Câmara dos Deputados”, declarou.
O candidato do União Brasil também recorreu à atuação de dois aliados próximos para rebater a narrativa utilizada pela campanha adversária. Segundo ele, os deputados federais Paulo Azi (União) e Leo Prates (Republicanos) tiveram participação direta na tramitação da matéria na Câmara.
“Gosto de lembrar que, na tramitação do projeto na Câmara, dois deputados intimamente ligados a mim tiveram uma participação direta para garantir que avançasse. Um foi o deputado federal Paulo Azi, relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e o outro foi Leo Prates, relator na Câmara dos Deputados”, afirmou.
ACM Neto reforçou que a participação dos dois parlamentares demonstra a posição de integrantes próximos de seu grupo político sobre a mudança na jornada de trabalho.
“São dois dos deputados mais próximos a mim que se envolveram pessoalmente na articulação para a PEC avançar e ser aprovada na Câmara. E eu quero e luto para que seja aprovada o quanto antes no Senado”, acrescentou.
