Aladilce Souza rebate Suíca e defende federação do PT com PCdoB e PV
Por Reinaldo Oliveira, Política Livre
01/06/2026 às 17:33
Foto: Política Livre/Arquivo
A vice-líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereadora Aladilce Souza (PCdoB)
A vice-líder da bancada de oposição na Câmara Municipal de Salvador (CMS), vereadora Aladilce Souza (PCdoB), rebateu nesta segunda-feira (1º) uma declaração do ex-vereador e pré-candidato a deputado federal Luiz Carlos Suíca (PT).
Em entrevista ao Política Pod, podcast do Política Livre, na última sexta-feira (29), Suíca afirmou que o PT acabou assumindo praticamente sozinho o esforço de campanha e sustentação da votação da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, enquanto os demais partidos não conseguiram apresentar candidaturas competitivas.
Segundo a comunista, o petista precisa repensar sua declaração e ressaltou que a federação não possui apenas um objetivo eleitoral.
“Ela tem um objetivo programático também, agrupando partidos que antes só faziam coligações. E o que vimos, em nível nacional, foi o benefício da federação”, declarou.
Ainda de acordo com Aladilce, o agrupamento das siglas ajuda a fortalecer os projetos políticos do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para ela, mesmo com a redução da representação do PT na Câmara de Salvador, que atualmente possui apenas uma cadeira, isso não representa um demérito para a federação. A vereadora defendeu ainda uma reflexão mais aprofundada sobre os projetos políticos para a capital baiana e a necessidade de planejar as candidaturas com maior antecedência.
“Não podemos colocar a culpa na federação. Nós precisamos examinar melhor o projeto para Salvador, capital do estado, que é uma cidade muito importante. Ficou uma lição para a gente nos prepararmos melhor, mas acho que a força da bancada de oposição da federação continua aglutinando outras forças e sustentando um projeto”, acrescentou.
Para concluir, a edil defendeu que os partidos atuem de forma integrada, como um bloco político. “Somos minoritários, mas juntos podemos fazer o enfrentamento e reverter a correlação de forças”, finalizou.
2 Comentários
ANTONIO PEREIRA DA SILVA
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01/06/2026
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16:37
Ana Helena Raposo
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01/06/2026
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15:59
