Home
/
Noticias
/
Bahia
/
Hassan defende rastreamento genético e prevenção do câncer de mama e ovário hereditário
Hassan defende rastreamento genético e prevenção do câncer de mama e ovário hereditário
Por Redação
19/05/2026 às 11:46
Foto: Divulgação/Arquivo
Hassan
Compreendendo que a saúde preventiva e a medicina de precisão são os caminhos mais eficazes para promover transformações na saúde pública e salvar vidas, o deputado municipalista Hassan (PP) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), instituindo, no âmbito da Bahia, o Programa Estadual de Rastreamento Genético e Prevenção do Câncer de Mama e Ovário Hereditário. Ele explica que a iniciativa é destinada à identificação precoce, acompanhamento especializado e adoção de medidas preventivas para mulheres com elevado risco genético.
De acordo com o parlamentar, o programa visa ampliar o acesso ao diagnóstico precoce do câncer de natureza hereditária, estabelecer critérios de prioridade no atendimento às mulheres com suspeita ou confirmação de mutações genéticas associadas aos genes BRCA1 e BRCA2, reduzir a mortalidade decorrente do câncer de mama e ovário, incentivar o acolhimento humanizado e a abordagem multiprofissional às pacientes de alto risco.
Ao justificar sua proposição, o legislador destacou que “ao estruturar critérios de identificação e prioridade para mulheres com predisposição genética, cria-se uma barreira robusta contra o avanço de uma das doenças que mais vitimam a população feminina no nosso estado”. Ele frisou que, infelizmente, o câncer de mama permanece como uma das principais causas de mortalidade feminina no Brasil e na Bahia, representando um grave problema de saúde pública que exige políticas públicas modernas e eficientes, focadas no diagnóstico precoce e na prevenção.
O parlamentar aponta que “os avanços da medicina genômica e da biologia molecular permitiram identificar que uma parcela significativa dos tumores de mama e ovário possui origem hereditária, estando diretamente associada a mutações específicas em genes de alta penetrância, como o BRCA1 e o BRCA2”. Ele frisa que “mulheres portadoras dessas alterações genéticas enfrentam uma probabilidade drasticamente superior de desenvolver a doença ao longo da vida quando comparadas à população geral”.
