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Diego Castro denuncia abandono de abatedouro em Morro do Chapéu e cobra governo do Estado
Diego Castro denuncia abandono de abatedouro em Morro do Chapéu e cobra governo do Estado
Por Redação
13/05/2026 às 16:40
Atualizado em 13/05/2026 às 16:37
Foto: Divulgação
O deputado estadual Diego Castro
O deputado estadual Diego Castro voltou a criticar o Governo da Bahia após divulgar, nesta terça-feira (12), um vídeo nas redes sociais denunciando o “estado de abandono” do abatedouro de animais de Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina.
Segundo o parlamentar, a obra foi iniciada em 2015, durante a gestão do ex-governador Rui Costa (PT), mas nunca entrou em funcionamento e segue deteriorada no governo de Jerônimo Rodrigues, também do PT.
De acordo com Diego Castro, cerca de R$ 5 milhões teriam sido investidos na estrutura, que hoje apresenta equipamentos enferrujados, sinais de corrosão e tanques de 20 mil litros expostos ao tempo. O parlamentar afirmou que o cenário encontrado no local representa um “desperdício de dinheiro público” e “falta de compromisso com os produtores rurais da região”.
“É revoltante ver um equipamento desse porte abandonado enquanto os pecuaristas sofrem sem estrutura adequada para trabalhar. O governo do PT simplesmente deixou milhões de reais apodrecerem no meio do mato”, disparou o deputado.
Ainda segundo o parlamentar, o espaço teria capacidade para abater até 170 animais por dia, além de auxiliar no combate ao abate clandestino de carnes na região da Chapada Diamantina.
Durante a gravação publicada nas redes sociais, Diego Castro também direcionou críticas à Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), ao questionar a falta de fiscalização e providências diante da situação do abatedouro.
“Cadê a fiscalização? Cadê a responsabilidade de quem deveria cuidar desse patrimônio público? O povo da Bahia não aguenta mais obras anunciadas com festa e abandonadas logo depois. Isso é desrespeito com o dinheiro do contribuinte e com os trabalhadores do campo”, afirmou.
O deputado cobrou uma posição do governo estadual sobre o futuro da obra e defendeu a retomada imediata do projeto para evitar mais prejuízos aos cofres públicos.
