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Raíssa Soares critica Jerônimo por ICMS dos combustíveis: ‘Alivie o bolso do trabalhador’
Raíssa Soares critica Jerônimo por ICMS dos combustíveis: ‘Alivie o bolso do trabalhador’
Por Redação
19/03/2026 às 06:45
Foto: Divulgação/Arquivo
Doutora Raíssa Soares
A ex-secretária de Saúde de Porto Seguro, Raíssa Soares, pré-candidata a deputada federal pelo PL, criticou a ausência de medidas do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para reduzir o ICMS sobre combustíveis na Bahia. As declarações ocorrem no contexto de uma mobilização de motoristas e caminhoneiros prevista para esta quinta-feira (19), em Salvador.
A manifestação, organizada por motoristas de aplicativo, motociclistas e caminhoneiros, prevê concentração na Avenida 29 de Março, com saída em direção à BR-324, passando pelo Porto de Salvador e com destino final à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). O ato tem como principal pauta a redução do ICMS sobre combustíveis.
Nas redes sociais, Raíssa afirmou que o aumento nos preços tem impactado diretamente a renda dos trabalhadores. “Caminhoneiros e motoristas por aplicativo em manifestação em Salvador neste exato momento porque trabalhar virou prejuízo com esse preço absurdo do combustível”, disse a médica.
A pré-candidata também citou valores praticados no estado e reajustes recentes. “Aqui, a gasolina já chegou a R$ 7,49 reais em alguns postos. E não foi pouca coisa. A empresa que controla a refinaria aumentou em mais de 7 por cento. E o diesel quase 20 por cento”, declarou.
Ela citou ainda dados sobre a tributação estadual e a participação do setor na arrecadação. “Em 2026, o ICMS da gasolina foi fixado em R$ 1,57 por litro e o do diesel em R$ 1,17. E a própria Secretaria da Fazenda da Bahia já informou que o mercado de combustíveis representa 24% de toda a arrecadação de ICMS do estado. É muita grana”, afirmou.
Para Raíssa, o governo Jerônimo poderia adotar medidas para reduzir o impacto dos preços. “A pergunta é simples: governador Jerônimo, se o combustível pesa tanto no bolso do povo, por que não reduz o ICMS para aliviar quem trabalha?”, questionou.
Raíssa também relacionou o custo dos combustíveis ao aumento do custo de vida. “Quando sobe o diesel, sobe também o mercado, o deslocamento e automaticamente a comida acaba ficando mais cara”, completou.
