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Bruno Reis diz que oposição reúne “chapa dos sonhos”: "Reunimos os melhores"
Bruno Reis diz que oposição reúne “chapa dos sonhos”: "Reunimos os melhores"
Por Política Livre
30/03/2026 às 19:21
Atualizado em 30/03/2026 às 19:34
Foto: Política Livre
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), afirmou nesta segunda-feira (30) que a oposição na Bahia conseguiu montar a “chapa que sempre sonhou” para a disputa eleitoral, durante evento de lançamento realizado em Feira de Santana.
Ao comentar a formação do grupo, o gestor destacou o nome do prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), como escolha prioritária para a vice. Segundo ele, o desempenho eleitoral e a experiência administrativa pesaram na decisão. “Sempre foi o nosso vice desejado. Já reeleito, prefeito pela quarta vez, passou a ser nossa primeira opção”, afirmou.
Bruno Reis também ressaltou a importância da participação do senador João Roma (PL) e do senador Angelo Coronel (Republicanos) na composição política. De acordo com ele, o apoio de lideranças com capilaridade eleitoral pode ser decisivo em uma disputa que tende a ser equilibrada. “Reunimos os melhores. São nomes que representam a mudança da Bahia”, declarou.
O prefeito avaliou que o grupo oposicionista chega fortalecido para o pleito e defendeu a ampliação de alianças nos próximos meses. “Estamos conversando, ganhando adesões a cada dia. Ainda há tempo para construir um palanque forte em toda a Bahia e apresentar propostas concretas à população”, disse.
Durante o evento, Bruno Reis também comentou a participação do ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União Brasil), nas articulações. Segundo ele, Zé Ronaldo teve papel ativo na construção da chapa e deve oficializar o apoio. “Ele participou das articulações e hoje confirma que está do nosso lado”, afirmou.
Questionado sobre o cenário nacional, o prefeito indicou que a definição sobre eventual apoio presidencial ainda será debatida. Ele citou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como um nome próximo politicamente, mas ponderou que a decisão deve ocorrer até as convenções.
Bruno Reis também avaliou como “natural” a movimentação entre grupos políticos adversários na busca por alianças. “Nós estamos conversando com pessoas do lado de lá, e eles também conversam com pessoas do nosso lado. Isso faz parte do processo político”, concluiu.
