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ACM Neto e Banco Master: Wagner diz que investigação pode comprometer pré-campanha na Bahia

ACM Neto e Banco Master: Wagner diz que investigação pode comprometer pré-campanha na Bahia

Por Reinaldo Oliveira, Política Livre

13/03/2026 às 15:38

Atualizado em 13/03/2026 às 15:49

Foto: Pedro França/Agência Senado/Arquivo

Imagem de ACM Neto e Banco Master: Wagner diz que investigação pode comprometer pré-campanha na Bahia

O senador Jaques Wagner (PT-BA)

Líder do governo no Senado Federal, o senador Jaques Wagner (PT-BA) declarou que as notícias envolvendo o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), e o Banco Master podem afetar o cenário político da disputa estadual. A afirmação do ex-chefe do Palácio do Palácio de Ondina foi feita ao comentar informações divulgadas sobre a relação do banco com a gestão municipal durante o período em que o vice-presidente nacional do União Brasil comandou o Executivo soteropolitano.

De acordo com o parlamentar, episódios negativos tendem a ter impacto em campanhas eleitorais, ainda que não seja possível medir o tamanho do efeito neste momento.

“Evidentemente, notícia ruim sempre compromete uma caminhada que você está fazendo. Não vou dizer o que vai significar, X, Y por cento, mas, sem dúvida nenhuma, até porque isso é só o começo, é a ponta do iceberg. Pelo que eu estou sabendo, tem mais coisa a caminho por aí”, declarou.

O parlamentar acrescentou que, segundo informações de que tem conhecimento, há investigações em andamento que ainda estão sob sigilo. “Não sei o que é, porque a investigação ainda está sob sigilo, mas hoje, por exemplo, saiu o decreto de exclusividade que ele fez”, acrescentou.

O ex-governador da Bahia também aproveitou a ocasião para comparar o caso com a venda da antiga rede de supermercados estatal da Bahia, ocorrida em gestões petistas, e ressaltou que, na avaliação dele, as situações seriam diferentes.

“Nós estamos muito à vontade nesse episódio, porque o que a gente fez foi vender, privatizar, uma rede de supermercado estatal, e com a rede foi o conjunto todo. Agora, quem não tinha rede de supermercado para vender tem que explicar, então, por que chamou o cartão para atuar lá, na prefeitura ou no governo do estado. Aí a explicação cabe a ele”, concluiu.

Comentários
Importante: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Política Livre

1 Comentário

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Carlos Marques de Santana

13/03/2026

13:50

Narrativa tosca. Invente outra, mau caráter.
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