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Wagner rebate oposição: ‘Não estamos isolando Coronel’

Wagner rebate oposição: ‘Não estamos isolando Coronel’

Por Reinaldo Oliveira, Política Livre

27/01/2026 às 16:35

Atualizado em 27/01/2026 às 21:55

Foto: Política Livre/Arquivo

Imagem de Wagner rebate oposição: ‘Não estamos isolando Coronel’

O senador Jaques Wagner (PT)

Líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT) voltou a rechaçar, nesta terça-feira (27), as declarações da oposição de que o grupo político ao qual pertence estaria isolando o senador Angelo Coronel (PSD). Em entrevista à Rádio Baiana FM, o ex-governador da Bahia reiterou que confia na unidade da chapa governista para 2026 e rebateu as acusações de que o bloco partidário estaria marginalizando o pessedista, que tenta a reeleição e é cotado como um possível nome para trocar de legenda.

“Eu não sou de aniquilar ninguém. Ao contrário, todo mundo cresce. Não estamos isolando Coronel. Estamos com um problema, e ele faz parte do problema, assim como eu faço e Rui também. Eu não consigo ver ninguém prosperando do lado de lá e não monto o time de lá. Estou trabalhando para que a gente não tenha nenhum racha do lado de cá”, afirmou.

O ex-chefe do Palácio de Ondina também comentou a alternativa apresentada ao colega de parlamento para resolver a posição dele na chapa governista, diante do impasse de três postulantes disputando apenas duas vagas.

“Coronel foi presidente da Alba com um grupo, mérito dele. Foi senador e, modéstia à parte, ele mesmo diz que fiz mais campanha para ele do que para mim em 2018. Ele e Diego reconhecem. Eu não fiz favor, eu sou de time. Está comigo, ninguém larga jogador machucado no meio de campo. Mas eu tenho três pleiteantes para duas vagas. Já disse a Coronel que a gente pode ir junto. Ele pode ser meu suplente. Vai brigar pelo orgulho de ser candidato? Não acredito”, declarou.

Com o objetivo de afastar rumores de desentendimento pessoal, Wagner ressaltou que mantém boa relação com o senador do PSD e minimizou a possibilidade de racha na base aliada.

“Já comi muito mocotó na casa dele. Estivemos em Brasília eu, ele, Otto, Diego e a esposa dele, Eleusa. Isso que estou falando aqui, falei para ele há um mês e pouco. É óbvio que ele não gostou, ele quer ser candidato. Lídice também queria ser candidata em 2018 e o grupo decidiu que era ele. Não tem nada de hecatombe nova. Pelo contrário, converso com Diego e Coronel direto”, concluiu.

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