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Suplente é preso por suspeita de envolvimento na morte de vereador em cidade do Rio de Janeiro

Suplente é preso por suspeita de envolvimento na morte de vereador em cidade do Rio de Janeiro

Silmar Braga foi assassinado a tiros em janeiro deste ano; vereador estava no quarto mandato

Por Folhapress

22/12/2025 às 15:05

Foto: Reprodução/Instagram

Imagem de Suplente é preso por suspeita de envolvimento na morte de vereador em cidade do Rio de Janeiro

Mario Gentil foi preso sob suspeita de envolvimento com morte de vereador

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta segunda-feira (22) Mario Jorge Soares Gentil, (Solidariedade) suplente de vereador em Magé, município da Baixada Fluminense.

Mario Gentil é suspeito de envolvimento na morte do vereador Silmar Braga (PP) —morto a tiros no dia 20 de janeiro deste ano, quando saía de casa no bairro Nova Marília, mesma região de atuação eleitoral do suplente.

Gentil foi preso em casa, em Duque de Caxias, também na Baixada Fluminense. A prisão é temporária, segundo a polícia.

A polícia não detalhou quais os indícios do envolvimento de Gentil na morte do vereador. Também não informou se o suplente já tem advogado.

A reportagem tenta localizar a defesa do suplente. Mensagens enviadas pelas redes sociais do político não foram respondidas.

Em novembro, a polícia já havia cumprido mandado de busca e apreensão contra Gentil. Em outubro, o suplente publicou vídeo nas redes sociais reclamando do que entendia como "traição" de seu grupo político.

No vídeo, Mario Gentil reclamava por não ter assumido a cadeira de Silmar Braga, mas ele recebeu 1.945 votos nas eleições de 2024, 15 votos a menos do que o primeiro suplente, Pablo Vasconcelos (Solidariedade) —que cumpre mandato na Câmara de Magé desde a morte de Silmar.

"Eu não assumi como vereador porque o compromisso que foi feito comigo não foi honrado", afirma Gentil no vídeo, sem dar detalhes do que teria sido acordado.

PP e Solidariedade estavam na chapa que apoiou o prefeito eleito Renato Cozzolino (PP), com MDB, Agir, PCdoB, PT e PV.

"Eu esperei e confiei na palavra dada. Mas quando a palavra não se cumpre deixa de ser uma parceria. Não aceito traição com povo, não aceito promessas quebradas. Na última eleição faltaram apenas 15 votos, por isso hoje estou como suplente. Isso limita meu trabalho. Queria poder ajudar mais, queria ter a ferramenta de mandato para poder cuidar do povo", afirmou Gentil na ocasião.

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