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Executivo liquidante do Master já atuou em outros 9 casos; saiba quem é

Executivo liquidante do Master já atuou em outros 9 casos; saiba quem é

Por Maeli Prado/Folhapress

20/11/2025 às 11:25

Foto: Divulgação/Arquivo

Imagem de Executivo liquidante do Master já atuou em outros 9 casos; saiba quem é

Dinheiro apreendido em operação contra o Banco Master

O Banco Master, que teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central nesta terça-feira (18), tem como liquidante Eduardo Félix Bianchini, servidor aposentado do BC e dono da EFB Regimes Especiais de Empresa.

Experiente na área, Bianchini já liderou a liquidação de outras nove instituições financeiras e possui "amplos poderes" de administração, como prevê a Lei 6.024, de 1974.

Segundo a legislação, o liquidante tem como função verificar e classificar os créditos da instituição financeira. Ele pode ainda nomear e demitir funcionários, outorgar e cassar mandatos, propor ações e representar o banco na Justiça ou fora dela.

Seus honorários são fixados pelo Banco Central, e ele terá 60 dias, prazo que pode ser prorrogado, para apresentar um relatório à autoridade monetária sobre o caso do Master.

Esse documento deverá trazer detalhes sobre a situação econômico-financeira da instituição, a indicação de possíveis atos e omissões danosos que tenham sido verificados e uma proposta das providências que devem ser tomadas.

Entre outros casos, Bianchini já foi liquidante do Banco Cruzeiro do Sul, que teve a liquidação extrajudicial encerrada em 2015 após problemas na contabilidade e descumprimento a normas do sistema financeiro.

Atuou também no Banco BVA, que sofreu intervenção em 2013 e entrou em liquidação extrajudicial em 2014. Focada em empresas médias, a instituição financeira enfrentava dificuldade para levantar capital exigido para manter os empréstimos e as provisões necessárias para devedores duvidosos.

Ele ainda atuou como liquidante da financeira Dacasa e da corretora Uniletra, que tiveram suas liquidações extrajudiciais encerradas em dezembro de 2023 e maio de 2022, respectivamente.

Em 2018, Bianchini conduziu a liquidação da Gradual Investimentos, que foi encerrada em 2019, após "graves violações às normas legais e regulamentares" e "existência de prejuízos que sujeitam a risco anormal seus credores", como disse o BC em nota na época.

O ex-servidor do BC também foi liquidante das corretoras Um Investimentos (liquidação extrajudicial encerrada em 2021), S. Hayata (encerrada em 2019), Pioneer (2016) e Moeda (2016).

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