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Tinoco classifica invasão à Câmara de Salvador como “crime à democracia” e cobra responsabilização de envolvidos

Tinoco classifica invasão à Câmara de Salvador como “crime à democracia” e cobra responsabilização de envolvidos

Por Redação

23/05/2025 às 12:27

Atualizado em 23/05/2025 às 12:27

Foto: Divulgação

Vereador Cláudio Tinoco

O vereador Claudio Tinoco (União Brasil) classificou como “crime à democracia” a invasão à Câmara Municipal de Salvador, registrada na tarde desta quarta-feira (22), durante sessão que discutia o reajuste salarial de servidores públicos. O episódio ocorreu no auditório do Centro Cultural da Casa Legislativa, preparado para receber servidores, representantes sindicais e vereadores.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Tinoco repudiou o ato, que, segundo ele, impediu a continuidade dos trabalhos no auditório e colocou em risco a integridade de parlamentares e servidores. A sessão foi transferida e concluída na sala das comissões. “Foi um atentado ao poder legislativo mais antigo do país. Um ataque não apenas à estrutura da Câmara, mas ao próprio regime democrático”, afirmou.

As imagens do tumulto circularam amplamente nas redes sociais e na imprensa, mostrando manifestantes forçando a entrada do prédio e, depois, do plenário, com cenas de empurra-empurra e gritos que interromperam temporariamente os trabalhos.

Tinoco apontou que o ato foi “planejado e patrocinado por sindicalistas e políticos”, e defendeu a responsabilização dos envolvidos. Entre os nomes citados por ele estão o deputado estadual Hilton Coelho (PSOL), o ex-candidato ao governo da Bahia Kleber Rosa (PSOL) e o ex-candidato a vereador Bruno Carinhanha, que terminou preso ainda no local e levado à delegacia por lesão corporal e danos ao patrimônio

O projeto de lei aprovado prevê reajuste para os servidores municipais. A proposta foi alvo de críticas de parte do funcionalismo, que pressionava por índices maiores e a retomada das negociações com o Executivo.

“Mesmo diante de divergências, é inadmissível que a discussão seja interditada por meio da violência. Não se trata de ser contra ou a favor do projeto, mas de preservar a institucionalidade e o direito ao debate”, disse Tinoco. “Quem cometeu excessos deve ser identificado e responsabilizado dentro dos rigores da lei.”

O vereador destacou ainda sua trajetória como gestor público e sua atuação em defesa do funcionalismo. “Minha formação é na administração pública. Em todas as funções que ocupei, sempre tratei os servidores com respeito e compromisso. O que vimos ontem foi o oposto disso por parte dos manifestantes: desrespeito, desinformação e intolerância.”

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