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Tarcísio ataca governo Lula e ironiza punição pelo 8/1: 'O que fizeram? Usaram batom?'

Tarcísio ataca governo Lula e ironiza punição pelo 8/1: 'O que fizeram? Usaram batom?'

Por Leonardo Vieceli e Jan Niklas, Folhapress

16/03/2025 às 12:20

Foto: Divulgação/Redes Sociais

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou o governo Lula e o Judiciário ao participar de ato bolsonarista neste domingo (16), no Rio de Janeiro.

"Ninguém aguenta mais arroz caro, gasolina cara, o ovo caro. Prometeram picanha e não tem nem ovo. E, se está tudo caro, volta Bolsonaro", disse o governador.

Bolsonaro está inelegível até 2030 em razão de duas condenações no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O ex-presidente insiste em se apresentar como candidato ao Palácio do Planalto em 2026, apostando em uma reversão jurídica de seus processos, ainda que sem qualquer perspectiva de mudança.

Um dos motivos da inelegibilidade foi a realização de uma agenda de campanha justamente em Copacabana em 2022. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) considerou que houve abuso de poder na realização do ato à época, durante as celebrações oficiais do Bicentenário da Independência.

"Qual a razão de afastar Jair Bolsonaro das urnas? É medo de perder a eleição, e eles sabem que vão perder?", continuou o governador de São Paulo. "Estamos aqui para lutar e exigir anistia de inocentes que receberam penas."

Ao falar dos condenados pelo 8 de janeiro, quando as sedes dos três Poderes foram depredadas, Tarcísio mencionou ainda o caso da cabeleireira Débora Santos, presa após ser flagrada pichando a estátua "A Justiça", em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal).

"O que eles fizeram? Usaram batom? Num país onde todo dia vemos traficante na rua, onde os cara que assaltaram a Petrobras voltaram à cena política. Está certo isso?"

Apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniram na manhã deste domingo (16) em Copacabana, zona sul do Rio Janeiro, para uma manifestação em apoio ao projeto de anistia aos envolvidos nos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Bolsonaro chegou a falar em 1 milhão de pessoas no ato, mas aliados consideraram o número exagerado e não detalharam a expectativa de público.

Entre os presentes na manifestação, muitos usam camisas com mensagens em referência aos presos pelos atos de 8 de Janeiro como "Liberdade já para os presos políticos". Nas areias da praia de Copacabana foram fincados cartazes com figuras do bolsonarismo que seriam "perseguidas" pela justiça brasileira.

O perdão aos condenados pelos atos de 8 de janeiro tem como objetivo final criar clima político para reverter, no futuro, a inelegibilidade do próprio Bolsonaro.

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