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Bruno Reis e Cacá Leão descartam "crise" com vereadores da base aliada

Bruno Reis e Cacá Leão descartam "crise" com vereadores da base aliada

Por Política Livre

03/02/2025 às 15:53

Atualizado em 03/02/2025 às 16:09

Foto: Divulgação/Arquivo

O presidente da Casa, vereador Carlos Muniz e o prefeito Bruno Reis (União)

O prefeito Bruno Reis (União) e o secretário municipal de Governo, Cacá Leão (PP), descartaram nesta segunda-feira (03) que exista uma "crise" com vereadores da base aliada em função de insatisfações por conta de espaços na gestão.

"Respeito a independência do Poder Legislativo. Somos parceiros do trabalho dos vereadores, e vice-versa. Vamos ter um segundo mandato com uma produtividade ainda maior, não tenho dúvidas", declarou Bruno Reis ao chegar à Câmara para fazer a leitura da tradicional mensagem do Executivo ao Legislativo, que reabre os trabalhos para a legislatura do biênio 2025-2026.

Como revelou o site no domingo (3), o prefeito foi à Câmara antes de concluir as negociações sobre a reforma administrativa com o PSDB do presidente da Casa, vereador Carlos Muniz. Há uma insatisfação entre os tucanos, que pedem o cumprimento de um acordo firmado com Bruno Reis antes das eleições de 2024 para retomar o comando da Secretaria Municipal de Educação (Smed).

Na semana passada, vereadores do PP, em sintonia com Carlos Muniz, criticaram publicamente o prefeito. Externaram insatisfações na imprensa os vereadores Maurício Trindade e Sidninho, muito ligados ao presidente da Câmara. Depois de uma reunião com Cacá Leão, os dois cobram a ampliação de espaços para o PP e ameaçaram aderir à base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

“Me reuni com os vereadores na última terça-feira. A gente alinhou as questões, a gente alinhou o diálogo, então acho que insatisfação é normal, é pontual, ela pode e deve acontecer. É da democracia, sempre procurei respeitar a posição de todos”, declarou hoje Cacá Leão, na Câmara.

O secretário afirmou trabalhar para que o PP siga na oposição ao PT, e ressaltou que existe o risco de perda de mandato caso um vereador deixe o partido sem o aval do comando da legenda. "Trabalharei para que o PP, em nível estadual, permaneça nas trincheiras da oposição, por não concordar com o que a gente está vendo e que a gente está vivendo no meu Estado".

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