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Lula liga para Boulos e parabeniza por campanha após derrota para Nunes

Lula liga para Boulos e parabeniza por campanha após derrota para Nunes

Por Marianna Holanda/Folhapress

28/10/2024 às 18:30

Atualizado em 28/10/2024 às 18:30

Foto: Divulgação

O presidente Lula (PT) e o candidato derrotado à Prefeitura de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL)

O presidente Lula (PT) ligou para o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), que perdeu o segundo turno da disputa pela prefeitura da cidade de São Paulo.

A informação sobre o telefonema foi dada pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que evitou entrar em maiores detalhes sobre a conversa. Ele teve reunião com o presidente Lula na manhã desta segunda-feira (28) sobre o saldo das eleições.

"Falou [com o candidato derrotado], falou não só com Guilherme Boulos, [como] falou com Evandro Leitão [vencedor em Fortaleza], falou com vários dos candidatos ontem e hoje. Só deu parabéns", afirmou Padilha, ao deixar o Palácio da Alvorada.

Guilherme Boulos foi derrotado neste domingo (28) para o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB). O emedebista teve 59,35% dos votos, contra 40,65% de Boulos.

O desempenho do deputado federal é semelhante ao de 2020, quando não tinha o PT em sua coligação, atingiu 40,62% e perdeu para o ex-prefeito Bruno Covas (PSDB), que se elegeu com 59,38%.

Padilha afirmou que Boulos saiu maior do pleito, enfrentando um prefeito que tinha a máquina municipal em suas mãos.

"Acho que o Guilherme Boulos sai com uma estatura muito importante. Ele enfrentou, em primeiro lugar, o tsunami da reeleição. Mesmo um prefeito que no primeiro turno, um dos poucos prefeitos de capital que no primeiro turno de reeleição não chegou a 30% dos votos, se aproveitou disso ao longo da campanha do governo e conseguiu garantir a sua reeleição", afirmou Padilha.

Também criticou duramente o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), por sua acusação sem provas de que a facção criminosa PCC estaria pedindo votos para Boulos. Disse que o governador cometeu "crime gravíssimo" e que nem na época da ditadura militar viu políticos fazerem isso em São Paulo.

"O governador de São Paulo cometeu um crime gravíssimo. Utilizou o poder político de governador de convocar uma coletiva com seu candidato do lado e espalhar uma mentira vergonhosa na cidade de São Paulo, criminosa. [foi]Tanto criminosa, que, se tivesse algum indício de verdade no que ele disse, a primeira atitude que ele tinha que ter para não prevaricar era encaminhar para o Tribunal Regional Eleitoral e para o Ministério da Justiça. Não fez nenhuma das duas coisas", afirmou.

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