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Presença de embaixador de Israel em ato na Paulista divide aliados de Bolsonaro

Presença de embaixador de Israel em ato na Paulista divide aliados de Bolsonaro

Por Fábio Zanini e Guilherme Seto/Folhapress

20/02/2024 às 07:23

Atualizado em 20/02/2024 às 07:23

Foto: Arquivo

Fabio Wajngarten (dir.) e Silas Malafaia (centro, de azul) durante almoço com André Mendonça, ministro do STF (esq.)

O braço direito de Jair Bolsonaro (PL), Fabio Wajngarten, e o principal organizador do ato marcado para 25 de fevereiro em apoio ao ex-presidente, pastor Silas Malafaia, divergem sobre convite ao embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, à manifestação marcada para 25 de fevereiro, na avenida Paulista.

Após escrever sobre o tema nas redes sociais, Wajngarten enviou convite por escrito a Zonshine e pretende reiterar pessoalmente nesta semana.

Malafaia, por sua vez, diz ao Painel que é contra o convite e afirma que ele e Bolsonaro acertaram que somente ele e o ex-presidente cuidariam da lista de presença.

Segundo o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, todos os confirmados até o momento, cerca de 100 políticos, pediram para participar, ou seja, não precisaram ser convidados. Ele afirma que o embaixador não estará na manifestação.

O pastor argumenta que o ato tem dois objetivos definidos, fazer a defesa do Estado democrático de Direito e do ex-presidente Bolsonaro. Na opinião de Malafaia, a eventual presença de Zonshine poderia desviar o foco da proposta da manifestação.

A ideia de convidar o embaixador se insere no contexto da crise diplomática gerada pela comparação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre as ações de Israel na Faixa de Gaza e o Holocausto (o extermínio de judeus pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial). O petista foi declarado "persona non grata" por Israel nesta segunda-feira (19).

O protesto na avenida Paulista faz parte de reação de Bolsonaro e seus aliados à investigação da Polícia Federal que mira suposta tentativa de golpe para mantê-lo na Presidência. A trama antidemocrática teria sido discutida antes e depois das eleições de 2022.

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