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Governo tem superávit de R$ 79 bilhões em janeiro, e Tesouro vê chance menor de bloqueio

Governo tem superávit de R$ 79 bilhões em janeiro, e Tesouro vê chance menor de bloqueio

Por Fabrício de Castro, Folhapress

28/02/2024 às 17:24

Atualizado em 28/02/2024 às 18:15

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

Em janeiro de 2023, saldo positivo foi de R$ 78,9 bilhões

O governo central registrou um superávit primário de R$ 79,3 bilhões em janeiro, mês em que as contas foram reforçadas por uma arrecadação recorde de receitas, mostraram dados do Tesouro Nacional nesta quarta-feira (28).

O saldo positivo apurado no mês passado foi superior ao do mesmo mês de 2023, de R$ 78,9 bilhões. No período, as receitas cresceram 3% acima da inflação, enquanto as despesas tiveram uma alta real de 6,8%.

Ao comentar os dados, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse que o resultado primário veio acima dos R$ 67 bilhões programados pelo governo para o mês, e que a diferença ajudará a absorver eventuais frustrações nos próximos meses.

Ele acrescentou que, do lado das receitas, a possibilidade de o governo ter que promover um bloqueio orçamentário ao fim do primeiro bimestre é "reduzida", mas que será preciso acompanhar também o resultado das despesas.

Segundo Ceron, a arrecadação de fevereiro está vindo em linha com o esperado.

"Isso cria boas perspectivas. Tem desafios ainda, a Receita Federal está avaliando os impactos e as compensações em função de eventual ajuste no caso da reoneração da folha, e isso será acomodado", disse.

O governo central compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previdência Social. O superávit primário de janeiro se deve a um resultado positivo nas contas de Tesouro e Banco Central, no valor de R$ 96 bilhões, contra um déficit de R$ 16,7 bilhões na conta da Previdência Social.

No mês passado, a arrecadação da União foi recorde, marcando o melhor resultado para qualquer mês, impulsionada por um aumento no recolhimento da tributação de fundos exclusivos e de outros tributos, que compensaram uma redução nos dividendos pagos pela Petrobras.

Já as despesas sofreram pressão do reajuste do salário mínimo, que impacta as despesas previdenciárias, e do maior gasto com benefícios sociais.

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