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Chyntia, à presidência, e Frank, à Corregedoria, são os nomes mais fortes na eleição à mesa diretora do TJ, amanhã
Chyntia, à presidência, e Frank, à Corregedoria, são os nomes mais fortes na eleição à mesa diretora do TJ, amanhã
Por Redação
13/11/2023 às 15:19
Atualizado em 13/11/2023 às 15:19
Foto: Reprodução

Os nomes dos desembargadores Cynthia Resende, para a presidência, e Roberto Frank, para a Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça, são hoje os mais fortes para a eleição à mesa diretora do TJ, que acontecerá amanhã pela manhã.
Nos últimos dias, a desembargadora apenas confirmou seu favoritismo para substituir o presidente Castelo Branco que já era perceptível há meses a partir de conversas que se desenrolavam nos bastidores da Corte.
Por este motivo, nenhuma das candidaturas postas ao cargo de presidente ao lado da dela chegou a abalar a convicção da maioria dos magistrados de que a magistrada chega amanhã à eleição como candidata única, sem concorrentes.
Na presidência, Cynthia deve dar continuidade ao projeto de restauração da imagem da Corte iniciado pelo atual presidente, a qual foi profundamente abalada pela Operação Faroeste, que apurou denúncias de um esquema de grilagem de terras no Oeste que passava pela venda de sentenças e resultou na prisão e afastamento de vários magistrados.
Com perfil duro, pouco afeito a concessões como o de Castelo, Chyntia é também uma defensora ardorosa dos valores republicanos como ele, o que deve dar estabilidade à transição e à própria gestão do Tribunal nos dois anos de seu mandato.
Ex-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o desembargador Roberto Frank, por sua vez, também deve chegar à eleição de amanhã fortalecido por uma rede de apoios costurado nos bastidores há semanas.
