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'É necessário que o primeiro tribunal das américas se faça representado', diz presidente do TJ-BA ao criticar falta de baianos no STJ
'É necessário que o primeiro tribunal das américas se faça representado', diz presidente do TJ-BA ao criticar falta de baianos no STJ
Por Redação
30/08/2023 às 16:40
Atualizado em 30/08/2023 às 18:50
Foto: Divulgação

O desembargador Nilson Castelo Branco, presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), durante a sessão do Pleno nesta quarta-feira (30), criticou a falta de baianos no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na última terça-feira (29, o presidente Lula (PT) assinou a indicação da advogada Daniela Teixeira para a vaga de ministra do STJ.
Castelo Branco, que chegou a se candidatar para a vaga, afirmou que foi à Brasília para pedir que o estado tenha um representante. “Eu fui à Brasília para pedir que a Bahia tivesse um representante. O STJ deve ser o espelho da federação. A representatividade federativa se faz necessária porque, se não, não teremos nação, nem estados federados. É necessário que a composição do STJ possa acolher a ideia média que o país desenvolve nas suas questões jurídicas. É necessário que o primeiro tribunal das américas se faça representado junto ao STJ”, disse Castelo Branco.
Além do presidente do TJ-BA outros baianos também se candidataram à vaga. Foram eles: os magistrados magistrados Jatahy Júnior, Maurício Kertzman e Roberto Maynard Frank, que não alcançaram os 19 votos necessários.
