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Apesar de pedido de Janja, tiros de canhão devem ser mantidos na posse de Lula
Apesar de pedido de Janja, tiros de canhão devem ser mantidos na posse de Lula
Por Juliana Braga/Folhapress
28/12/2022 às 18:52
Atualizado em 28/12/2022 às 18:52
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado/Arquivo

Apesar da demanda da futura primeira-dama, Rosângela Silva, a Janja, o cerimonial do Senado deve manter os disparos de canhão na posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Responsável pela organização do evento pelo gabinete de transição, Janja havia dito à imprensa que estudava substituir os ruídos perturbadores, como os tiros de canhão e os fogos de artifício, a pedido de grupos de autistas.
A demanda é compartilhada por associações de proteção aos animais, já que o barulho causa incômodos em cachorros. Há previsão da participação das duas cadelas de Janja e Lula na cerimônia, Resistência e Paris.
A avaliação final, no entanto, foi de que a alteração quebraria em demasia o protocolo da posse, que já deve ter outras mudanças.
Uma delas delas é a passagem da faixa. O presidente Jair Bolsonaro (PL) deve sair do país para não entregá-la a Lula e a missão pode acabar sobrando ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pela linha sucessória. O vice-presidente Hamilton Mourão e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sinalizaram que preferem não fazê-lo.
Outra quebra de tradição pode ocorrer no desfile em carro aberto, no Rolls Royce da Presidência, que ocorre na Esplanada dos Ministérios. O veículo foi danificado e, por questões de segurança, Lula pode fazer o trajeto em carro fechado.
