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No dia da eleição, Lúcio admite que fez campanha para Jerônimo e Lula, mas diz que respeita o voto de todos os eleitores
No dia da eleição, Lúcio admite que fez campanha para Jerônimo e Lula, mas diz que respeita o voto de todos os eleitores
Por Política Livre
02/10/2022 às 09:00
Atualizado em 02/10/2022 às 09:02
Foto: Divulgação

O ex-deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB) disse, na manhã deste domingo (02), que fez campanha para Jerônimo Rodrigues (PT) na disputa pelo governo do Estado, e para Lula na eleição presidencial, mas ressaltou que respeita o voto de todos os eleitores. Em texto distribuído pelo WhatsApp, o emedebista defendeu a união de todos e a paz independentemente do resultado das urnas.
"Chegamos ao fim da campanha e hoje é o dia da votação, nesse período foram publicadas dezenas de pesquisas com uma variação enorme de quem estava na frente, pesquisas traziam Jerônimo Rodrigues e outras não, como exemplo está aí a da CNN que traz Jerônimo com uma boa dianteira, mas como disse tem outra que apresenta resultado diferente, ou seja, chegou a hora dos eleitores deixar a guerra de pesquisa de lado e votar de acordo com a sua consciência, votando no que achar melhor para nossa Bahia e nosso Brasil", disse.
"Eu não escondo e todos sabem que fiz campanha para o voto casadinho, Lula 13 e Jerônimo 13, mas respeito e admiro a todos que defenderam o seu candidato, depois das eleições o que nos unirá é o fato de todos serem seres humanos e não filiação partidária ou apoio a esse ou aquele candidato, agora é votar e esperar o resultado, eu votando no time do 13 e outros votando em quem acham que devem, que tenhamos um processo de votação tranquilo, sem ofensas, sem brigas, sem agressões", acrescentou.
Após negociar com outros candidatos, o MDB acabou por apoiar Jerônimo nestas eleições, indicando, inclusive, o candidato a vice, o presidente da Câmara de Salvador, Geraldo Júnior (MDB). Apesar disso, a fala de Lúcio pode ser interpretada como uma sinalização de que manterá a disposição para dialogar com todas as forças políticas após o pleito, mesmo que o petista não seja eleito.
